Recursos clínicos

Relatórios

Publicações, artigos e casos clínicos sobre o uso de dispositivos Stening®, organizados por área de aplicação.

Broncologia

Relatórios de broncologia

Fissura Traqueal Sinuosa

Fístula traqueoesofágica adquirida (FTA) que pode ocorrer por múltiplas causas. A etiologia não neoplásica mais comum é aquela relacionada a complicações da intubação orotraqueal e traqueostomia.

Semiologia broncoscópica. Descrição de dois novos sinais

Descrevem-se dois novos sinais endoscópicos que poderão ser úteis para melhorar o rendimento diagnóstico da broncoscopia.

Relatório do INVIMA sobre efetividade e segurança no uso de Stents

Relatório Técnico Nº 48 relativo à efetividade, segurança e vantagens econômicas quanto ao uso de Stents brônquicos e traqueais para o manejo do câncer de pulmão. O documento faz menção explícita, em sua página 9, às próteses da marca Stening® para sua utilização em múltiplas situações.

Cura da estenose após 10, 16 e 22 anos de implante

Artigo original publicado na Revista Americana de Medicina Respiratória no qual se faz menção ao uso das próteses da Stening SRL.

Veterinária

Relatórios de veterinária

Endoscopia veterinária com prótese laríngea Stening®

Endoscopia UMA

Laringo-traqueobroncoscopia com colocação de prótese laríngea em uma paciente canina (Labrador). Relatório da Vet. María Cecilia Ricart.

Tumor de superfície lisa

Tumor de superfície lisa e vascularizada na região nasofaríngea em um cão mestiço de 20 kg. Cortesia do Dr. Cesar Rojas.

Relato de caso

Alternativa terapêutica com a colocação de uma prótese laríngea (stent) siliconada fechada em um cão com paralisia laríngea.

Casos de estudo

Casos de estudo

Determinação da confiabilidade do processo de descontaminação de stents traqueobrônquicos utilizando como elemento ativo o ortoftalaldeído (OPA)

Autor: Ricardo Isidoro · Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires, Argentina

Validação da confiabilidade de um método alternativo de descontaminação de stents traqueobrônquicos utilizando uma solução de ortoftalaldeído (OPA) como elemento ativo.

Colocação de um stent para a via aérea

Os stents traqueobrônquicos são dispositivos usados para abrir vias aéreas colapsadas. Uma estenose ou um estreitamento da luz pode ser produzido por muitos fatores: câncer de pulmão, cânceres metastáticos, infecções, linfomas, tuberculose, tecido de granulação anormal, etc.

Broncoscopia Rígida

A broncoscopia rígida é um procedimento usado para obter acesso à via aérea do paciente e permitir, assim, a passagem de instrumentos maiores e câmeras para diagnosticar e tratar afecções dessa área.

Classificação de dispositivo médico utilizando diferentes técnicas de Machine Learning

Autor: Agustín Bignú · Físico – Engenheiro em aprendizado de máquina.

Neste paper realizou-se uma classificação de três classes de dispositivos médicos fabricados pela Stening® utilizando três algoritmos de machine learning: Support Vector Machine, Logistic Regression e Decision Tree.

Predição de dispositivo médico utilizando Convolutional Neural Network (CNN)

Autor: Agustín Bignú · Físico – Engenheiro em aprendizado de máquina.

Este é o primeiro paper de um projeto mais ambicioso da Stening®. Treinou-se uma rede neural para distinguir seis classes diferentes de dispositivos. Os resultados são muito promissores e demonstram o potencial desta tecnologia no futuro da medicina.

Prótese traqueal – Implante prolongado: 10 anos

Autor: Isidoro Ricardo · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina

Analisou-se a prótese extraída de um paciente com estenose traqueal benigna, após 10 anos de implantada, em comparação com um dispositivo novo. Foram realizados testes de simulação de envelhecimento em laboratório e analisam-se as causas de fracassos terapêuticos.

Fístula Traqueal Sinuosa

Autor: Isidoro Ricardo · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina

Trata-se de um paciente do sexo masculino de 29 anos de idade. Foi hospitalizado por traumatismo cranioencefálico grave e submetido a intubação orotraqueal para assistência respiratória mecânica. Aos 8 dias, praticou-se traqueostomia e continuou em ARM durante um total de 21 dias. Permaneceu com sonda nasogástrica durante três semanas.

Semiologia broncoscópica. Descrição de dois novos sinais

Autor: Isidoro Ricardo · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina

Descrevem-se dois novos sinais endoscópicos que poderão ser úteis para melhorar o rendimento diagnóstico da broncoscopia. Um ensaio semiológico sobre circunstâncias anatômicas e funcionais particulares que declaram a existência de uma afecção próxima, mas fora do alcance de observação do broncoscopista.

Traqueia septada, relato de um caso

Autor: Ricardo Isidoro, Marcelo C. Debais · Hospital Enrique Tornú, Cidade de Buenos Aires, Argentina

Um homem de 20 anos de idade foi tratado na unidade de terapia intensiva devido a politraumatismo resultante de um acidente de trânsito. Recebeu assistência respiratória mecânica durante 11 dias através de um tubo orotraqueal. Três semanas depois apresentou dificuldade respiratória obstrutiva e foi traqueostomizado.

Tratamento endobrônquico na obstrução da via aérea – 100 casos

Autor: Ricardo Isidoro · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina.

A desobstrução traqueobrônquica é um método para tornar a via aérea pérvia e oferecer uma melhor qualidade de vida ao paciente. A partir de 1997, o serviço de broncoscopia do Hospital Enrique Tornú realiza os primeiros tratamentos endocirúrgicos de reconstrução da luz traqueal e brônquica, com utilização de stents.

Stent de silicone em obstruções traqueobrônquicas – 3 anos de uso

Autor: Ricardo Isidoro · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina.

As próteses traqueobrônquicas são utilizadas para tratar a obstrução da grande via aérea em afecções benignas e para paliar os efeitos da obstrução causada pela doença neoplásica pulmonar.

Intervencionismo, próteses, tempos: 300 casos

Autor: Ricardo Isidoro · Chefe do serviço de Broncoscopia. Hospital Enrique Tornú. Buenos Aires. Argentina.

O tratamento endoscópico das lesões que produzem oclusão ou suboclusão de distinta magnitude na traqueia, brônquios fonte ou em alguns lobares conseguiu suficiente difusão dentro da comunidade médica internacional, ao ponto em que sua realização se encontra bem estabelecida.

Repermeabilização da via aérea com próteses traqueobrônquicas – 300 casos

Autor: Ricardo Isidoro · Seção Endoscopia, Divisão Pneumotisiologia, Hospital Dr. E. Tornú – Buenos Aires

Apresentação de repermeabilização da via aérea em 300 pacientes na seção Endoscopia Respiratória do Hospital Tornú: 115 mulheres (38,33%) e 185 homens (61,66%) entre 14 e 86 anos. Idade média 52 ± 16,26.

Galeria clínica

Broncoscopia em imagens

Galeria de semiologia endoscópica da via aérea: imagens broncoscópicas reais com seu comentário clínico, agrupadas por categoria. Clique em qualquer caso para vê-lo em detalhe.

272 de 272 casos
Liposarcoma Traqueal#294
Miscelânea

#294 · Liposarcoma Traqueal

O lipoma traqueal costuma aparecer como um tumor liso que se eleva suavemente sobre a parede, com vasos visíveis na superfície. Neste caso sofreu uma degeneração sarcomatosa. Liposarcoma. Hospital Francisco Muñiz.

Leiomiossarcoma Brônquico#293
Miscelânea

#293 · Leiomiossarcoma Brônquico

Leiomiossarcoma: esta imagem resulta pouco precisa, mas nota-se uma formação vermelho-vinosa que ocupa toda a luz do brônquio lobar médio. A coroa de bolhas indica que a lesão não infiltra todo o perímetro da parede, ou que há um pedículo, e que a ventilação é ainda possível. O leiomiossarcoma é uma neoplasia brônquica com baixa frequência de apresentação.

Papiloma Brônquico#292
Miscelânea

#292 · Papiloma Brônquico

Formação de aspecto verrucoso sobre a parede brônquica, prestes a ser capturada pela pinça de biópsia: papiloma.

Hamartoma Brônquico#291
Miscelânea

#291 · Hamartoma Brônquico

Não identificável: contíguo ao esporão, o tecido que proliferou para ocluir a luz apresenta-se com um aspecto friável, vegetante e com um mamelão em sua irregular superfície. Tudo isso devido a uma lesão irreconhecível para o endoscopista. Hamartoma confirmado. Hospital Italiano da cidade de Buenos Aires.

Papiloma Traqueal#290
Miscelânea

#290 · Papiloma Traqueal

Embora a morfologia usual costume ser “em cacho”, este papiloma único e séssil, de coloração idêntica à da mucosa, parece vigiar desde a traqueia a entrada dos brônquios principais.

Condrossarcoma Traqueal#289
Miscelânea

#289 · Condrossarcoma Traqueal

À maneira de uma giba solitária, este tumor emerge da parede traqueal como se fosse uma úvula. Condrossarcoma confirmado (Hospital Francisco Muñiz).

Defletor para Biópsia Lateral#288
Miscelânea

#288 · Defletor para Biópsia Lateral

Com a ajuda de um defletor, a pinça introduzida em seu interior formou um ângulo de 90º e está pronta para efetuar uma biópsia transbrônquica (BTB) em um lobo superior.

Carcinoma de Esôfago#287
Carcinoma de esôfago

#287 · Carcinoma de Esôfago

Imagem confusa na qual se reconhecem com dificuldade as estruturas anatômicas. O teto abobadado traqueal termina no triângulo carinal anterior, mal visível. À sua direita, o brônquio fonte. Grande quantidade de sangue e exsudatos preenchem o espaço livre entre os tecidos desordenados que ocupam a luz, ocluindo o brônquio fonte esquerdo. Um carcinoma de esôfago destruiu a parede posterior do brônquio principal, como sempre sucede nesta localização dada sua vizinhança, e um conjunto de mucosa esofágica e tecido neoplásico ocupa agora a via aérea.

Carcinoma de Esôfago#286
Carcinoma de esôfago

#286 · Carcinoma de Esôfago

Broncoscopia flexível realizada para determinar a possibilidade operatória de um carcinoma de esôfago. As pregas longitudinais desapareceram por completo devido ao edema da parede posterior. Um pequeno mamelão eleva-se sobre a superfície como sinal direto de infiltração por tecido neoplásico da parede traqueal.

Carcinoma de Esôfago#285
Carcinoma de esôfago

#285 · Carcinoma de Esôfago

O abaulamento da parede posterior “separa as pregas” longitudinais e é um efeito necessário das compressões extrínsecas posteriores. No caso, um carcinoma de esôfago exerce uma notória repercussão que, por sua contiguidade, produz sobre a traqueia em todo o seu trajeto até a carina, também afetada.

Histoplasmose#284
Micose

#284 · Histoplasmose

Histoplasmose pulmonar com acometimento brônquico: uma volumosa formação ocupa a luz do brônquio fonte direito. Pode observar-se o fio carinal na hora 9 da imagem. A lesão apresenta-se com superfície irregular, áreas muito vascularizadas e parcialmente coberta por secreções retidas. O diagnóstico estabeleceu-se com base no isolamento do agente causal a partir das biópsias endoscópicas.

Amiloidose Traqueal#283
Amiloidose

#283 · Amiloidose Traqueal

Lesão exofítica que se assenta sobre ambas as vertentes carinais. A superfície encontra-se parcialmente efracionada e, por seu grande tamanho, reduz consideravelmente a luz de ambos os brônquios fonte. Alterações de coloração na mucosa com áreas muito congestivas e aspecto geral que a torna semelhante a um carcinoma brônquico.

Linfoma Endobrônquico#282
Linfomas

#282 · Linfoma Endobrônquico

Linfoma não Hodgkin: a luz do brônquio intermédio encontra-se reduzida por uma formação multilobulada, com uma área esbranquiçada, provavelmente necrótica. A mucosa apresenta alterações inflamatórias irregulares e difusas.

Metástase Brônquica. Carcinoma de Células Claras#281
Metástases na grande via aérea

#281 · Metástase Brônquica. Carcinoma de Células Claras

Metástase endobrônquica: uma formação vegetante de superfície bastante lisa e com áreas muito inflamadas oclui totalmente a luz do brônquio fonte esquerdo em sua entrada: carcinoma de células claras.

Metástase Brônquica. Carcinoma de Células Claras#280
Metástases na grande via aérea

#280 · Metástase Brônquica. Carcinoma de Células Claras

Carcinoma de células claras. Uma volumosa massa de tecido ocupa a luz do brônquio fonte direito, com algumas protrusões na superfície. Através de uma luz triangular que permite a ventilação pulmonar, pode ver-se a entrada do lobar superior. Um plano de separação com a mucosa do brônquio em todo o perímetro da lesão indica que possui uma base de implantação distal.

Metástase Traqueal. Carcinoma de Mama#279
Metástases na grande via aérea

#279 · Metástase Traqueal. Carcinoma de Mama

Broncoscópio detido junto a uma formação de superfície lisa, mas contorno irregular, com vasos superficiais anormalmente volumosos. Trata-se de uma metástase endotraqueal de carcinoma de mama. Ao fundo da imagem, o edema, a carina alargada e pálida, o brônquio principal esquerdo com sua entrada reduzida e secreções entupidas completam o conjunto de elementos indicativos de doença estendida. Hospital Italiano da cidade de Buenos Aires.

Metástase Brônquica. Carcinoma Renal#278
Metástases na grande via aérea

#278 · Metástase Brônquica. Carcinoma Renal

Uma formação oclui a entrada do lobar inferior direito e, em seu crescimento, desloca o esporão do lobar médio. Um aspecto bastante habitual de apresentação das metástases endobrônquicas do carcinoma renal. Hospital Alejandro Posadas.

Tumor Brônquico#277
Tumores e carcinomas

#277 · Tumor Brônquico

Este tumor brilhante, congestivo e pálido ao mesmo tempo, oblitera a entrada do brônquio culminar no lobo superior esquerdo, permitindo unicamente a passagem do ar em direção à língula.

Carcinoma Brônquico#276
Tumores e carcinomas

#276 · Carcinoma Brônquico

Combinação. Na parte superior da imagem aprecia-se a lesão que ainda é de localização submucosa, à maneira de uma protrusão que busca irromper dentro da luz, com seus vasos paralelos pletóricos. No centro da fotografia a lesão é vegetante e prospera dentro da luz brônquica. Carcinoma.

Carcinoma Traqueal#275
Tumores e carcinomas

#275 · Carcinoma Traqueal

Imagem que corresponde ao caso anterior, após efetuar-se uma recanalização do brônquio fonte direito. Há alterações inflamatórias difusas e sangue no trajeto do brônquio, que pode ser seguido até o lobar inferior. As pregas no brônquio fonte, profundas e tortuosas, desviam-se para entrar no lobar superior, mas este encontra-se ocluído. Persiste tecido neoplásico na parede medial do brônquio principal e a carina traqueal é irreconhecível.

Carcinoma Traqueal#274
Tumores e carcinomas

#274 · Carcinoma Traqueal

Uma volumosa formação vegetante assenta-se na carina traqueal e oclui completamente a luz do brônquio fonte direito e reduz a do esquerdo. A superfície é irregular, com protrusões e aumento da vascularização em algumas áreas. O tecido que obstrui o brônquio principal direito necrosou-se. A parede traqueal posterior parece lançada para a frente e o edema apagou as pregas. Carcinoma de células gigantes.

Carcinoma Brônquico Epidermoide#273
Tumores e carcinomas

#273 · Carcinoma Brônquico Epidermoide

Uma formação vegetante assenta-se na vertente carinal direita. Apresenta múltiplos mamelões que lhe conferem um aspecto irregular e hiperêmico que contrasta com a palidez geral da mucosa sã. Um pontilhado equimótico distribui-se na zona do fio da carina principal e em seu triângulo posterior.

Carcinoma Traqueal#272
Tumores e carcinomas

#272 · Carcinoma Traqueal

Traqueia: um carcinoma de células gigantes infiltrou totalmente a parede. Duas extremidades dos anéis cartilaginosos são visíveis na luz como resultado da destruição de sua mucosa, agora coberta por secreções purulentas espessas que sofrem contínua desidratação por estarem expostas ao fluxo aéreo turbulento ocasionado pela estreiteza e pela inflamação local.

Tumor Traqueal#271
Tumores e carcinomas

#271 · Tumor Traqueal

Perda completa da anatomia normal da carina principal. Vista desde a traqueia distal, na qual não se pode apreciar a carina, devido à existência de um tecido de superfície necrótica, com secreções purulentas desidratadas que suboclui a entrada de ambos os brônquios fonte: adenocarcinoma.

Radiofrequência. Tumor Traqueal#270
Tumores e carcinomas

#270 · Radiofrequência. Tumor Traqueal

Duas áreas circulares esbranquiçadas e brilhantes no centro da imagem. O efeito é produzido pela descarga de radiofrequência através da sonda de termocoagulação que se encontra à esquerda.

Tumor Brônquico#269
Tumores e carcinomas

#269 · Tumor Brônquico

Embora o primeiro plano magnifique a imagem, trata-se apenas da pequena pinça de biópsia com fenestras em suas valvas, de uso comum com o broncoscópio flexível, fazendo seu trabalho de captura de tecido para o diagnóstico deste tumor endobrônquico.

Tumor Brônquico#268
Tumores e carcinomas

#268 · Tumor Brônquico

Outra formação vegetante que oclui a luz brônquica, mas parece “afundada” na mucosa porque arrasta as pregas em sua direção.

Tumor Traqueal#267
Tumores e carcinomas

#267 · Tumor Traqueal

Tumor traqueal de duplo origem: duas grandes formações ocupam o centro da luz traqueal, embora ainda exista uma área suficiente para a ventilação. Na imagem as formações apresentam-se sobrepostas, mas têm uma origem independente constituída por pedículos que emergem da parede traqueal. Ambas correspondem a um único carcinoma primário.

Carcinoma Brônquico#266
Tumores e carcinomas

#266 · Carcinoma Brônquico

Pequeno “mamelão brônquico” muito erguido. Lembra mais um rochedo. Encontra-se ao final do brônquio fonte esquerdo, perto da encruzilhada, e resulta da invasão da parede brônquica por um carcinoma. A mucosa encontra-se repuxada, formando sulcos. Mais longe, o esporão de divisão alargado sugere adenomegalias subjacentes.

Tumor Brônquico Intramural#265
Tumores e carcinomas

#265 · Tumor Brônquico Intramural

Luz brônquica “em punhalada”: um carcinoma “intramural, intraluminal e infiltrante” deforma a luz do brônquio fonte esquerdo. O intenso edema e espessamento da mucosa brônquica contribuem para a distorção e a marcada redução do calibre. Na parede esquerda adquire um aspecto cordonado que forma mamelões à medida que ascende e ocupa a extremidade superior.

Tumor Brônquico#264
Tumores e carcinomas

#264 · Tumor Brônquico

Secreções mucosas estacionadas no brônquio fonte direito, que se encontra ocluído por uma formação que lhe confere aspecto em “fundo de saco”. Este termo deve reservar-se para a descrição dos cotos brônquicos por amputação cirúrgica durante as pneumonectomias.

Tumor Brônquico#263
Tumores e carcinomas

#263 · Tumor Brônquico

Embora o broncoscópio flexível ainda percorra o brônquio intermédio, pode-se adivinhar ao longe uma imagem esbranquiçada devida ao pequeno tumor que oclui um segmentar da base.

Carcinoma Brônquico#262
Tumores e carcinomas

#262 · Carcinoma Brônquico

À maneira de um duplo tumor, esta formação vegetante de grande volume e com uma de suas extremidades parcialmente necrótica surge do brônquio fonte direito, mas também se implanta na junção traqueobrônquica. A biópsia não oferece inconvenientes, mas, naturalmente, deve evitar-se realizar capturas da cobertura esbranquiçada do tumor para evitar falsos resultados negativos.

Carcinoma Brônquico#261
Tumores e carcinomas

#261 · Carcinoma Brônquico

Frente multilobulada de um adenocarcinoma que obstrui a luz.

Carcinoma Brônquico#260
Tumores e carcinomas

#260 · Carcinoma Brônquico

Embora similar ao caso anterior, aqui notam-se sinais indiretos de processo neoplásico, contíguos à lesão. Edema irregular com alguns pequenos mamelões sobre um fio carinal espessado e distorção da entrada do brônquio fonte direito, em direção ao qual as pregas longitudinais da parede posterior se curvam exageradamente.

Carcinoma Brônquico#259
Tumores e carcinomas

#259 · Carcinoma Brônquico

Deformação da entrada do brônquio lobar inferior esquerdo. Seu contorno circunferencial encontra-se agora festonado. Existem alterações na vascularização e várias protrusões submucosas.

Tumor Brônquico#258
Tumores e carcinomas

#258 · Tumor Brônquico

Esta formação piramidal que emerge do brônquio fonte esquerdo pode ser confundida com um tumor brônquico, embora se trate de um coágulo hemático envelhecido e retido que adquire esta coloração composta de cinzas e bordô. Note-se o entorno normal da mucosa circundante.

Tumor Brônquico#257
Tumores e carcinomas

#257 · Tumor Brônquico

Aspecto bastante comum de apresentação dos grandes tumores brônquicos, nos quais a superfície sofre uma necrose por encontrar-se afastada de sua base de implantação, mais bem vascularizada, e adquire um aspecto branco-cremoso.

Adenocarcinoma Brônquico#256
Tumores e carcinomas

#256 · Adenocarcinoma Brônquico

O lobar superior esquerdo encontra-se ocluído por um tecido anômalo, de superfície homogênea e algo rugosa. A carina secundária tem um aspecto curiosamente linear e reto. Ao longe vê-se o lobar inferior, pouco iluminado.

Carcinoma Brônquico#255
Tumores e carcinomas

#255 · Carcinoma Brônquico

Vista desde o brônquio fonte esquerdo, próximo à sua bifurcação no carrefour. Uma massa proeminente eleva-se em sua parede lateral e inferior. As pregas longitudinais, muito acentuadas, perdem seu paralelismo e tendem a reunir-se ao entrar nos brônquios lobares superior e inferior. O alargamento da carina secundária e o edema intenso contribuem para a redução da luz brônquica.

Carcinoma Brônquico#254
Tumores e carcinomas

#254 · Carcinoma Brônquico

Formação “em dedo de luva”. Esta lesão emerge do brônquio fonte direito e sua independência da parede brônquica é bastante evidente. Pode ter uma base de implantação bastante mais distante de sua extremidade proximal visível. A carina traqueal encontra-se empurrada para a esquerda.

Carcinoma Adenoide Cístico#253
Tumores e carcinomas

#253 · Carcinoma Adenoide Cístico

Com um aspecto bastante clássico, esta grande formação com nutridos vasos submucosos surge da parede traqueal posterior e também do ângulo que esta forma com as paredes laterais, como usualmente sucede nos tumores adenoides císticos.

Adenoma Brônquico#252
Tumores e carcinomas

#252 · Adenoma Brônquico

A entrada do brônquio lobar superior direito encontra-se ocluída. Neste caso o adenoma apresenta-se com um aspecto familiar. A superfície é lisa e uma nutrida rede vascular submucosa confere-lhe uma coloração intensa.

Adenoma Brônquico#251
Tumores e carcinomas

#251 · Adenoma Brônquico

Diferentemente do caso anterior, este adenoma que obstrui o brônquio fonte esquerdo apresenta várias protrusões em sua superfície. Assim, resulta facilmente confundível com outras classes de tumores, em especial pelo aspecto alargado que mostra a carina traqueal.

Adenoma Brônquico#250
Tumores e carcinomas

#250 · Adenoma Brônquico

Pode-se ver o fio carinal na hora 9. A curta distância, uma grande massa ocupa o brônquio fonte direito, coroada por bolhas que a solução salina instilada formou. A formação é lisa, tal como sucede na maioria dos adenomas, e toda a mucosa do tecido circundante é completamente normal.

Tumor Carcinoide#249
Tumores e carcinomas

#249 · Tumor Carcinoide

Tumor carcinoide que aparece com um aspecto bastante clássico. Por sua convexidade lisa e seu livre contato com as paredes brônquicas, é comparado a um “dedo de luva”.

Carcinoma Brônquico#2472
Tumores e carcinomas

#247 · Carcinoma Brônquico

Esta lesão algo lobulada em sua superfície sela completamente a entrada do brônquio lobar inferior. Fotografia do carcinoma extirpado.

Criobiópsia Brônquica#246
Tumores e carcinomas

#246 · Criobiópsia Brônquica

Aqui pode-se ver uma sonda de criobiópsia tomando contato com uma formação que suboclui o brônquio fonte direito. A criossonda alcança em sua extremidade uma temperatura de -79 ºC e adere-se firmemente ao tecido, tornando simples sua remoção.

Carcinoma Brônquico#245
Tumores e carcinomas

#245 · Carcinoma Brônquico

Combinação de localização: formação vegetante endoluminal e lesão intramural estão presentes nesta lesão suboclusiva do lobar superior direito.

Tumor Brônquico#244
Tumores e carcinomas

#244 · Tumor Brônquico

Combinação de coloração: lesão exofítica que mostra uma zona polilobulada irregular e rosada, enquanto sua extremidade mais proeminente é branco-cremosa, como produto da necrose em uma área distal do tumor.

Tumor Brônquico Miofibroblástico#243
Tumores e carcinomas

#243 · Tumor Brônquico Miofibroblástico

Aspecto “ameaçador”. Com sua coloração avermelhada que declara uma suficiente vascularização e seus grossos vasos que coroam o hemisfério visível deste tumor que, desde a entrada do brônquio fonte direito, desafia o broncoscopista, tentando-o a adiar a biópsia para uma ocasião mais segura. Uma broncoscopia rígida tornará possível termocoagular os vasos e reduzir o risco de hemorragia. O tumor miofibroblástico ou pseudoinflamatório apresenta-se igual a um tumor carcinoide. Hospital de Clínicas José de San Martín, Buenos Aires.

Fístula Traqueal#242
Fístulas não tuberculosas

#242 · Fístula Traqueal

Aqui a comunicação com o esôfago é tão ampla que ocupa todo o diâmetro da parede posterior traqueal. A afecção responde a uma longa lista de causas que inclui acidentes terapêuticos e é favorecida pela prostração crônica e a má nutrição destes pacientes. Hospital Cetrángolo.

Fístula Traqueal#241
Fístulas não tuberculosas

#241 · Fístula Traqueal

Esta fístula traqueoesofágica rodeou-se de um entorno sobrelevado que coroa a depressão central com seu orifício puntiforme. Hospital Cetrángolo.

Fístula Traqueal#240
Fístulas não tuberculosas

#240 · Fístula Traqueal

Fístula traqueoesofágica. Suas bordas epitelizaram-se e, após seu acesso circular, observa-se uma sonda de alimentação. Hospital Francisco Muñiz.

Fístula Brônquica#239
Fístulas não tuberculosas

#239 · Fístula Brônquica

Oclusão de fístula. Um depósito de cianoacrilato preenche uma ampla fístula no brônquio fonte direito. Indesejável complicação mediata de uma pneumonectomia. Hospital Italiano.

Fissura Traqueal#238
Fístulas não tuberculosas

#238 · Fissura Traqueal

Fístula traqueoesofágica: edema intenso de toda a mucosa traqueal, com extensas áreas de hemorragia submucosa. O edema torna-se irregular na parede posterior e uma fissura em forma de U ocupa o centro da imagem. A coloração escura de seu trajeto deve-se ao azul de metileno instilado no esôfago para sua detecção. Isidoro R., Fisura Traqueal Sinuosa RAMR 2015;3:211-212

Fístula Traqueobroncoesofágica#237
Fístulas não tuberculosas

#237 · Fístula Traqueobroncoesofágica

Vista da carina e do nascimento dos brônquios principais. Uma grande depressão precede o orifício do brônquio fonte esquerdo e comunica-se com o esôfago: fístula traqueobroncoesofágica por traumatismo fechado de tórax.

Queimadura da via aérea#2352
Queimadura da via aérea

#235 · Queimadura da via aérea

A coloração escura e em placas que se torna confluente em toda a traqueia mais próxima desta imagem deve-se à presença de abundantes partículas de carvão acumuladas e combinadas com muco. Foram inaladas durante um incêndio e podem existir com ou sem queimadura da via aérea. O exame endoscópico está «mal iluminado»; este efeito é consequência da absorção da luz pelo material escuro que reveste a mucosa. Um fenômeno similar ocorre na endoscopia exploratória das hemoptises copiosas, nas quais o sangue absorve grande parte da iluminação que o endoscópio proporciona. As partículas fagocitadas pelos macrófagos podem ser vistas no exame de escarro. Hospital Francisco Muñiz.

Queimadura da via aérea#234
Queimadura da via aérea

#234 · Queimadura da via aérea

Queimadura da via aérea superior: grandes máculas antracóticas estendem-se em grupos sobre a mucosa da parede traqueal, muito edemaciada, após a inalação acidental de fumaça e gases quentes.

Traqueostomia. Tutor de Ostoma#233
Tutor de ostoma

#233 · Traqueostomia. Tutor de Ostoma

Posição indevida de um Tutor. Sua extremidade interna separou-se da borda do ostoma e ocupa parte da luz traqueal. Deve corrigir-se tracionando-o desde seu ramo externo para depois fixá-lo na posição adequada com seu anel de fixação.

Traqueostomia. Tutor de Ostoma#232
Tutor de ostoma

#232 · Traqueostomia. Tutor de Ostoma

Vista interna de um Tutor que, de forma correta, apoia suas alas sobre a borda do ostoma. O tutor de ostoma é um tubo que, introduzido pelo traqueostoma, fixa-se no interior da traqueia com duas pequenas alas que evitam sua extração acidental. Utiliza-se como passo intermediário à decanulação para evitar o fechamento espontâneo de uma traqueostomia cuja utilidade se desconhece, e até assegurar-se de que a respiração pela via natural é possível e satisfatória.

Stent Brônquico#2302
Stents e Estenoses

#230 · Stent Brônquico

Aneumatose do lobo inferior direito com evolução para a atelectasia por um carcinoma que oclui seu brônquio. A cissura deste lobo deslocar-se-á em direção à coluna vertebral durante o colapso. A indicação de stents em brônquios distais ou lobares foi controvertida (Journal of Bronchology & Interventional Pulmonology 24:3;211-215.2017). Aqui, desde o interior de uma prótese no brônquio intermédio, observa-se um pequeno stent cônico implantado após a ressecção do tumor e que permitiu a reexpansão do lobo inferior direito. Hospital Alemán.

Estenose Brônquica#229
Stents e Estenoses

#229 · Estenose Brônquica

Estenose puntiforme do brônquio fonte esquerdo. Sequela de tuberculose pulmonar extraprimária (fotografia já exposta em tuberculose e suas sequelas).

Estenose Traqueal#2272
Stents e Estenoses

#227 · Estenose Traqueal

Posição adequada: estes stents do modelo estenose traqueal foram “abraçados” pela estenose e suas extremidades “flutuam” na traqueia, evitando o contato com sua mucosa e antecipando uma permanência livre de complicações.

Estenose Traqueal Curada#226
Stents e Estenoses

#226 · Estenose Traqueal Curada

Estenose curada: apenas um fino arco fibroso no assoalho da traqueia (área superior da imagem) e uma leve redução da luz é o resultado do tratamento de dilatação repetida. Em primeiro plano da imagem também aparecem glândulas mucosas dilatadas.

Stent Traqueal. Incrustação de Secreções#225
Stents e Estenoses

#225 · Stent Traqueal. Incrustação de Secreções

A incrustação de secreções ocorre com mais frequência nas próteses de localização traqueal e obriga à sua substituição. Este stent evita a reestenose do reimplante cirúrgico do brônquio fonte esquerdo na traqueia, após um severo trauma de tórax por acidente.

Stents e Estenoses#2223
Stents e Estenoses

#222 · Stents e Estenoses

Vários queloides sobre cicatrizes cirúrgicas no pescoço. Os queloides são notavelmente frequentes nos casos em que se desenvolve uma estenose traqueal benigna em pacientes que foram submetidos a intubação orotraqueal. Aspecto externo da traqueia na área da estenose. Ressecção e anastomose terminoterminal como solução definitiva para uma estenose recidivante.

Stent Brônquico. Secreções#221
Stents e Estenoses

#221 · Stent Brônquico. Secreções

Secreções muito espessas ocupam um stent implantado em um brônquio principal esquerdo que foi seccionado e reinserido na traqueia, longe da carina.

Corte de Stent#2183
Stents e Estenoses

#218 · Corte de Stent

Tesoura de corte lateral em “cabeça de pinguim” pronta para efetuar uma janela na parede de um stent de silicone implantado no brônquio fonte esquerdo. Um vício de posição fazia com que o stent obstruísse parcialmente a entrada do brônquio lobar superior ipsilateral, apesar de várias tentativas de reposicionar a prótese. Agora uma haste metálica com a extremidade em forma de gancho toma a borda do stent e a oferece à tesoura para efetuar o primeiro corte. Vista da haste metálica com extremidade em forma de gancho.

Stent em Ômega#217
Stents e Estenoses

#217 · Stent em Ômega

Disposição em “ômega” de um stent liberado dentro da luz brônquica. Diferentes manobras serão necessárias para completar sua expansão. Esta tarefa será recompensada pela ausência de migração que sucede ao implante de stents que não se expandem de forma espontânea e imediata. Isso ocorre quando se escolhem próteses de um diâmetro amplo em relação à luz da via aérea a tratar.

Remoção de Stent#216
Stents e Estenoses

#216 · Remoção de Stent

Aqui uma pinça do tipo jacaré toma a borda de um stent. Ao rotar a pinça, o stent de silicone dobra-se, eliminando assim sua força radial, e pode ser extraído facilmente.

Stent Brônquico. Secreção Filante#215
Stents e Estenoses

#215 · Stent Brônquico. Secreção Filante

Secreção mucosa filante sobre a extremidade de um stent de silicone no brônquio fonte esquerdo. Pelo diâmetro anatômico desse brônquio, os stents de 13 mm são muito apropriados para o fonte esquerdo.

Estenose Traqueal#214
Stents e Estenoses

#214 · Estenose Traqueal

Luz “puntiforme” em uma estenose traqueal pós-intubação. O escasso diâmetro da luz produz uma situação angustiante para o paciente; só tolerável em razão de que o comprimento da estreiteza é também muito curto, aliviando assim a resistência do fluxo aéreo através do estreito orifício.

Estenose Traqueal#213
Stents e Estenoses

#213 · Estenose Traqueal

Uma “alça” de corte prestes a atuar sobre o arco fibroso de uma estenose traqueal.

Stent Brônquico. Incrustação de Secreções#212
Stents e Estenoses

#212 · Stent Brônquico. Incrustação de Secreções

Incrustação de secreções nas paredes de um stent brônquico. Este inconveniente apresenta-se com uma frequência variável e muitas vezes a flora microbiana coincide com a que existe nas peças dentárias em mau estado do paciente.

Migração de Stent Traqueal#211
Stents e Estenoses

#211 · Migração de Stent Traqueal

Após um ano de implantado, este stent migrou e agora, livre, repousa na traqueia intratorácica, como se vê no centro e ao fundo da imagem. Em primeiro plano, a estenose apresenta uma luz ampla, com seus dois arcos fibrosos que lhe dão um aspecto estável e consolidado. Hospital Alejandro Posadas.

Estenose Traqueal. Traqueia Septada#210
Stents e Estenoses

#210 · Estenose Traqueal. Traqueia Septada

Embora pudesse confundir-se com uma carina alargada, esta curiosa formação na traqueia extratorácica consiste em um septo medial que, à maneira de ponte, une a parede anterior à posterior e divide a traqueia em dois condutos, contornados por arcos fibrosos. Evolução incomum da estenose pós-intubação em um homem de 21 anos. Ver relatório Isidoro R., Debais M. Tráquea tabicada, reporte de un caso. RAMR 2014;1:51-52.

Estenose Subglótica#209
Stents e Estenoses

#209 · Estenose Subglótica

Este stent traqueal “observa” o movimento cordal sem fazer contato com as cordas.

Granuloma Traqueal#208
Stents e Estenoses

#208 · Granuloma Traqueal

Retenção de secreções no interior deste stent, agravada pela redução da luz que produz a presença do granuloma distal que se observa ao fundo da imagem. Isto indica contato da prótese com a mucosa, tosse excessiva, ou ambas.

Stent Brônquico#207
Stents e Estenoses

#207 · Stent Brônquico

A extremidade distal deste stent repousa muito perto de um esporão no lobar inferior. A expiração máxima pode reduzir a distância entre ambos e permitir o contato entre o stent e o esporão, produzindo tosse irritativa de difícil supressão, com possível dano na mucosa do brônquio.

Alargamento de Esporão#206
Stents e Estenoses

#206 · Alargamento de Esporão

Stent instalado no brônquio intermédio. Observe o alargamento desigual do esporão do lobar superior direito.

Stents e estenoses#205
Stents e Estenoses

#205 · Stents e estenoses

Tempo depois de implantado este stent em “Y”, o avanço do crescimento tumoral em direção ao interior do stent faz com que ele emerja por seu ramo brônquico direito. Como consequência indesejada da suboclusão desse brônquio fonte, aprecia-se o acúmulo de secreções em sua entrada, indicando um fluxo aéreo precário e uma tosse inefetiva.

Estenose Traqueal#204
Stents e Estenoses

#204 · Estenose Traqueal

Estenose traqueal central e crítica. Aspecto liso e tenso devido ao edema congestivo da mucosa. Hospital Cetrángolo.

Stent Duplo em Carcinoma#203
Stents e Estenoses

#203 · Stent Duplo em Carcinoma

Stent duplo: após a ressecção endocirúrgica de um extenso carcinoma, foram aplicados dois stents de silicone na bifurcação traqueal, ficando a carina “encerrada” entre eles. Na imagem, o edema generalizado domina o campo e secreções mucopurulentas muito abundantes acumulam-se ao redor das próteses e no interior de uma delas, na qual se formou uma bolha no momento da exposição fotográfica.

Estenose Traqueal#202
Stents e Estenoses

#202 · Estenose Traqueal

Aspecto da mucosa traqueal após a remoção de um stent. Observa-se um arco de estenose residual, ainda congestivo, e um leito de mucosa com edema mamelonado devido ao contato prolongado com a prótese nessa zona.

Dilatação de Estenose Traqueal#201
Stents e Estenoses

#201 · Dilatação de Estenose Traqueal

A oliva metálica transpõe a estreiteza da estenose com suavidade, forçando a abertura da luz traqueal. O orifício central do instrumento permite a passagem do ar, impedindo a interrupção completa da ventilação durante o procedimento.

Dilatação de Estenose Traqueal#1992
Stents e Estenoses

#199 · Dilatação de Estenose Traqueal

Um balão de dilatação cheio de solução salina exerce pressão circunferencial durante a dilatação de uma estenose. Pode-se apreciar o aspecto da parede traqueal, edematosa e congestiva, após a descompressão do balão elástico. Note-se a distância entre o balão e a mucosa como produto da manobra de dilatação progressiva.

Granuloma Traqueal#198
Stents e Estenoses

#198 · Granuloma Traqueal

Estas protrusões lisas que parecem amontoar-se sobre a parede traqueal posterior ou membrana mucosa correspondem a granulomas originados por uma temível situação: a “lesão por ponta de cânula traqueal”. A falta de fixação estável do pavilhão da cânula de traqueostomia contra o pescoço permite movimentos do dispositivo, que tende a bascular sobre seu apoio no ostoma, fazendo com que sua extremidade ou ponta da cânula danifique a mucosa traqueal. O fenômeno é particularmente verdadeiro quando ela foi conectada a um sistema de ventilação mecânica, agregando peso e movimento indesejado à cânula. Hospital Alejandro Posadas.

Estenose Traqueal Dupla#197
Stents e Estenoses

#197 · Estenose Traqueal Dupla

Uma forma pouco frequente da estenose complexa é a estenose dupla. Seu tratamento difere bastante conforme sua localização anatômica: muito separadas, muito juntas ou, pior ainda, como se vê na imagem de reconstrução: “nem juntas nem separadas”.

Granuloma por Contato#196
Stents e Estenoses

#196 · Granuloma por Contato

Stent traqueal após 10 meses de permanência. As paredes da endoprótese estão livres de secreções e incrustações, mas vários granulomas desenvolveram-se na mucosa próxima à sua extremidade distal. Um muito volumoso e mamelonado assenta-se em toda a parede posterior.

Stent em Estenose Traqueal#195
Stents e Estenoses

#195 · Stent em Estenose Traqueal

Posição «ideal» para um stent traqueal no tratamento de uma estenose irressecável. O dispositivo é “aprisionado” na área da estenose e sua extremidade anterior fica “flutuando” na luz traqueal. Assim, essa atitude reduz a possibilidade de aparição de granulomas. A extremidade distal da prótese encontra-se ainda algo dobrada. O defeito pode corrigir-se manualmente com pinça longa, ou de forma espontânea nos dias seguintes ao implante.

Estenose Traqueal#194
Stents e Estenoses

#194 · Estenose Traqueal

Stent de silicone atuando como suporte em uma estenose traqueal ao nível dos primeiros anéis. As cordas vocais encontram-se algo espessadas e com manifesta congestão na mucosa em seu terço posterior, próximo aos aritenoides.

Estenose Traqueal#193
Stents e Estenoses

#193 · Estenose Traqueal

Estenose traqueal complexa após tratamento endocirúrgico. Imagem tomada um mês após a retirada de um stent que permaneceu durante 2 anos. Aprecia-se uma luz traqueal suficiente e algumas alterações em seu relevo pela presença de granulomas sobre a parede esquerda. O edema apaga as pregas longitudinais e a silhueta das cartilagens.

Estenose Traqueal#192
Stents e Estenoses

#192 · Estenose Traqueal

Cortes radiais nas horas 3 e 9, praticados com eletrocautério. Procedimento prévio à dilatação de uma estenose traqueal simples. O corte radial também resulta uma medida de segurança, reduzindo os riscos de ruptura da membrana posterior durante as manobras de dilatação.

Estenose Brônquica#1902
Stents e Estenoses

#190 · Estenose Brônquica

A luz do brônquio fonte esquerdo encontra-se muito reduzida devido a uma estenose estabelecida após uma ruptura brônquica completa por traumatismo de tórax. A redução do diâmetro brônquico é concêntrica e progressiva, ou “infundibuliforme”. O edema espessa a mucosa e perdem-se os relevos cartilaginosos e também as pregas lineares da parede posterior do brônquio. Radiografia do caso anterior: “hemitórax opaco”. Todo o campo esquerdo resulta completamente opaco, de forma homogênea e da base ao ápice. O “sinal da coluna desnuda” e um pneumonocele posteroinferior estão presentes devido à retração, assim como a ascensão da câmara gástrica, indicando atelectasia pulmonar.

Estenose Traqueal Benigna#189
Stents e Estenoses

#189 · Estenose Traqueal Benigna

Estenose traqueal que forma um duplo diafragma de tecido fibroso. Ao longe aprecia-se uma segunda estenose com escassa luz puntiforme, única via disponível para a ventilação.

Stents e estenoses#188
Stents e Estenoses

#188 · Stents e estenoses

Estranhamente, um tubo em “T” perdeu seu alinhamento com a traqueia. A inspeção desde a glote identifica sua extremidade, que se apoia sobre tecido inflamado na parede posterior, repleto de secreções. Hospital Alejandro Posadas.

Estenose Traqueal Benigna#187
Stents e Estenoses

#187 · Estenose Traqueal Benigna

Estenose consolidada, central e curta, abaixo da proeminência do primeiro anel traqueal. Assintomática, pois seu diâmetro supera os 8 mm. (Isidoro, R. Prótesis traqueal implante prolongado: 10 años. RAMR 2016; 3:250-257)

Estenose Traqueal Benigna#186
Stents e Estenoses

#186 · Estenose Traqueal Benigna

Estenose traqueal benigna central, com vários arcos fibrosos. Suas bordas finas, junto com sua palidez, indicam um estado inflamatório ausente. Condição muito apta para o tratamento cirúrgico a céu aberto.

Estenose Subglótica#1842
Stents e Estenoses

#184 · Estenose Subglótica

Subglote: a pouca distância das cordas vocais, uma estenose simples, em diafragma, reduz consideravelmente a luz. A ventilação é possível graças a um orifício central e circular, com um pequeno nódulo marginal. O mesmo volume de ar inalado deverá aumentar sua velocidade para ingressar por uma luz estreita, tornando-se turbulento, o que provoca visível hiperemia na mucosa. Fotografia ampliada do caso. Note-se as bordas finas e tensas do orifício central do diafragma. Quase sempre cedem de imediato às manobras de dilatação.

Traqueia Cega#183
Stents e Estenoses

#183 · Traqueia Cega

Estenose laríngea que evoluiu para o fechamento total da luz ao nível da subglote. O paciente padece de uma estenose pós-intubação com dano das cartilagens laríngeas. Desenvolve uma estenose subglótica que, quando se torna sintomática ou crítica, recebe das mãos do cirurgião o alívio da traqueostomia. No entanto, essa “desfuncionalização” da laringe é o que precede seu fechamento completo. Quando ocorre em um nível mais baixo e afeta a traqueia inicial, constitui a “traqueia cega”.

Traqueia em Fundo de Saco#1803
Stents e Estenoses

#180 · Traqueia em Fundo de Saco

a) Vista da glote em abdução. Falta a luz traqueal ao fundo da imagem devido a uma estenose. b) Caso anterior. c) Caso anterior: vista da junção laringotraqueal, na qual se aprecia, ao nível do primeiro anel, o fechamento completo da luz ou “traqueia cega”.

A síndrome do lobo médio#179
Síndrome do lobo médio

#179 · A síndrome do lobo médio

Radiografia de tórax com perda de volume do lobo médio em paciente com sequelas de tuberculose e uma broncoscopia que encontra a estenose do brônquio (quadrante superior esquerdo da imagem). Síndrome de Brock ou do lobo médio.

Traqueia Triangular#178
Malácias

#178 · Traqueia Triangular

Luz triangular no local de antiga traqueostomia, onde o dano ou ablação da cartilagem causa uma malácia local com colapso total durante a tosse.

Coágulo Hemático#177
Sangue na via aérea

#177 · Coágulo Hemático

Este coágulo bastante compacto e de incrível tamanho alojava-se no brônquio fonte direito, com a consequente atelectasia pulmonar. Apesar de seu volume, foi expelido pelas pressões geradas pela tosse.

Hemostasia endoscópica#176
Sangue na via aérea

#176 · Hemostasia endoscópica

Este pequeno “tampão brônquico” de gaze enrolada permite deter uma hemorragia grave quando se oclui o brônquio com ele. Aplica-se diretamente com a pinça de broncoscopia rígida. O longo fio de linho que o segura assomará pela boca do paciente e, no momento de retirá-lo, basta tracioná-lo para extrair o tampão.

Balão de Hemostasia#175
Sangue na via aérea

#175 · Balão de Hemostasia

Balão de hemostasia com sua amarração ao canal do broncoscópio flexível, que o guiará até o brônquio a ocluir.

Coágulo Pétreo#174
Sangue na via aérea

#174 · Coágulo Pétreo

Embora o título exagere sua condição, os grandes coágulos que não são retirados a tempo sofrem ressecamento e tal endurecimento que tornam necessária uma broncoscopia rígida para sua remoção. Mais comumente ocorre nos pacientes que se encontram sob assistência respiratória com mistura gasosa insuficientemente umidificada.

Rota Hemática#173
Sangue na via aérea

#173 · Rota Hemática

Linha de sangue que descobre o brônquio que causa a hemoptise. Algumas vezes a broncoscopia pode estabelecer a origem anatômica da hemoptise, embora não se deva esperar um rastro tão claro quanto o da fotografia. Usualmente o sangue fresco distribui-se pela tosse e o mais antigo coagula-se e fragmenta-se, de modo que é visto em diferentes zonas da via aérea. Então o broncoscopista se cala. Para assegurar a origem da hemoptise, é imperativo observar a produção e reprodução do sangue proveniente de um mesmo brônquio.

Coágulo Hemático#1712
Sangue na via aérea

#171 · Coágulo Hemático

Transcorridos alguns dias, o coágulo começa a empalidecer, abandonando aos poucos sua cor bordô original. Mais alguns dias: antes de eliminar-se espontaneamente, o coágulo, agora pálido-amarelado, retrai-se perdendo volume e aumentando sua consistência, de modo que pode confundir-se com uma neoformação.

Sinal do Buraco Negro#170
Broncoscopia nas cavidades pulmonares

#170 · Sinal do Buraco Negro

Na broncoscopia flexível do caso anterior encontra-se a entrada da cavidade através de dois brônquios separados por seu esporão, produzindo um duplo sinal do “buraco negro”. Hospital Francisco Muñiz.

Broncoscopia nas cavidades pulmonares#169
Broncoscopia nas cavidades pulmonares

#169 · Broncoscopia nas cavidades pulmonares

A telerradiografia de tórax foi tomada sem a necessária centragem, como demonstra a assimetria entre as clavículas e as apófises transversas, gerando uma falsa imagem de retração pulmonar esquerda (sinal da “coluna desnuda”). Um padrão destrutivo confuso ocupa todo esse hemitórax, no qual se oculta um sistema de várias cavidades pulmonares. Hospital Francisco Muñiz.

Aspergilose Cavitária#1672
Broncoscopia nas cavidades pulmonares

#167 · Aspergilose Cavitária

É uma das três formas em que afeta o pulmão. Vista do interior de uma cavidade com colônias de Aspergillus fumigatus. O fungo produz um transtorno local da coagulação e pode originar hemoptises graves e fatais. Corte tomográfico do caso anterior, no qual se observa o aspergiloma como uma proeminência na parede posterior da cavidade.

«Sinal do Buraco Negro»#1652
Broncoscopia nas cavidades pulmonares

#165 · «Sinal do Buraco Negro»

À direita, a presença do sinal do “buraco negro” anuncia a existência da cavidade. A mucosa encontra-se edemaciada e o esporão de divisão perdeu seu fio, tornando-se rombo. Vista da entrada da cavidade.

Caverna Tuberculosa#164
Broncoscopia nas cavidades pulmonares

#164 · Caverna Tuberculosa

A inspeção do interior de uma caverna é um ato infrequente. Em sua parede podem aparecer pequenos brônquios com diminutos esporões.

Tuberculose Brônquica#163
Tuberculose e suas sequelas

#163 · Tuberculose Brônquica

Estenose puntiforme do brônquio fonte esquerdo. Sequela de tuberculose brônquica.

Fístula Ganglio-brônquica#162
Tuberculose e suas sequelas

#162 · Fístula Ganglio-brônquica

Esta área circular sobrelevada e de centro esbranquiçado efraciona-se facilmente durante a biópsia, revelando a aparição de cáseo. Futura fístula ganglio-brônquica tuberculosa.

Paralelismo Brônquico#161
Tuberculose e suas sequelas

#161 · Paralelismo Brônquico

Vista desde a traqueia intratorácica. Estes brônquios fonte encontram-se “reunidos”. Note-se que o ângulo de separação reduziu-se, dando um aspecto singular de paralelismo. A parede traqueal posterior também se vê modificada. As alterações devem-se a uma toracoplastia de seis costelas, que incluiu a primeira, como tratamento cirúrgico complementar de uma tuberculose pulmonar multirresistente.

Fístula Ganglio-brônquica#160
Tuberculose e suas sequelas

#160 · Fístula Ganglio-brônquica

Formação mamelonada na parede brônquica que oculta a desembocadura da fístula.

Fístula Ganglio-brônquica#159
Tuberculose e suas sequelas

#159 · Fístula Ganglio-brônquica

A parede medial do brônquio fonte direito mostra uma abertura anfractuosa e irregular como resultado de uma linfadenite tuberculosa que descarrega seu conteúdo caseoso na luz brônquica.

Fístula Ganglio-brônquica#158
Tuberculose e suas sequelas

#158 · Fístula Ganglio-brônquica

Abaulamento da parede na entrada do brônquio fonte direito que termina em uma formação que lembra as pústulas. A biópsia deste mamelão é seguida pela aparição de cáseo, que é o início do desenvolvimento de uma fístula ganglio-brônquica tuberculosa.

Tuberculose Laríngea#157
Tuberculose e suas sequelas

#157 · Tuberculose Laríngea

Vista da coroa laríngea muito tumefeita. Perdeu o relevo habitual de seu esqueleto cartilaginoso e uma granulação disseminada distribui-se irregularmente na mucosa. As cordas vocais, também afetadas, estão assimetricamente espessadas e deformadas.

Carina alargada#156
Alterações da carina traqueal

#156 · Carina alargada

Vista da traqueia pré-carinal com abaulamento da parede posterior. Suas pregas encontram-se bem marcadas e “tensionam-se” para rodear a carina, grosseiramente alargada em seu fio e em suas vertentes. A congestão da mucosa é irregular devido a que seus vasos nutrientes foram aprisionados pelo crescimento tumoral regional. Hospital Alejandro Posadas.

Carina em “sela de montar”#155
Alterações da carina traqueal

#155 · Carina em “sela de montar”

Carina em “sela de montar” ou em “lombo de livro”. A parede traqueal e a dos brônquios principais encontra-se deslocada para a frente. Existe uma moderada congestão da mucosa. A borda da carina desapareceu devido ao comprometimento dos gânglios subcarinais do grupo 7, por um carcinoma.

Carina Alargada#1496
Alterações da carina traqueal

#149 · Carina Alargada

Diferentes formas de alargamento da carina principal, sem disrupção da mucosa: a) Alargamento às custas do fio carinal. b) Alargamento às custas do triângulo anterior. c) Às custas da vertente direita. d) Às custas de ambas as vertentes. e) Alargamento total da carina. f) Alargamento combinado, com deformação da luz e distorção das pregas longitudinais. Todas as alterações sem disrupção da mucosa.

Tumor Traqueal#148
Alterações traqueais

#148 · Tumor Traqueal

Traqueia severamente afetada por um carcinoma que se assenta na parede posterior da porção intratorácica e pré-carinal, com redução da luz a 50%.

Tumor Traqueal#147
Alterações traqueais

#147 · Tumor Traqueal

Esta volumosa formação parece ocupar toda a luz e nos priva de explicar de que modo se alcança a ventilação pulmonar distal. A razão está em que, antes do relaxamento muscular causado pela anestesia geral, o diâmetro traqueal era maior e permitia assim a passagem do ar pela periferia desta grande lesão ocupante.

Tumor Traqueal#146
Alterações traqueais

#146 · Tumor Traqueal

Tumor de superfície lisa e aspecto circunscrito ocupa o centro da luz traqueal, alcançando a altura de seu primeiro anel.

Edema Traqueal em «Paralelepípedo»#145
Alterações traqueais

#145 · Edema Traqueal em «Paralelepípedo»

Edema irregular em paralelepípedo da parede traqueal por embolias neoplásicas nos linfáticos submucosos.

Compressão Traqueal Lateral#144
Alterações traqueais

#144 · Compressão Traqueal Lateral

Neste caso, um linfangioma cístico no pescoço mal desvia a traqueia. Nas horas 4 e 5, a impressão dos anéis perdeu-se pelo edema liso e regular da mucosa.

Traqueopatia Osteocondroplástica#143
Alterações traqueais

#143 · Traqueopatia Osteocondroplástica

Traqueopatia osteocondroplástica: aspecto traqueal muito distante de sua conformação anatômica habitual. Múltiplas excrescências nodulares duras, distribuídas de forma irregular sobre as cartilagens traqueais, revestidas por mucosa normal. A traqueopatia osteoplástica é uma afecção infrequente e assintomática. Hospital Alejandro Posadas.

Pseudomembrana Traqueal#142
Alterações traqueais

#142 · Pseudomembrana Traqueal

Fotografia de uma pseudomembrana traqueal extraída sob broncoscopia rígida, em um paciente com quadro obstrutivo e antecedente de intubação orotraqueal recente.

Compressão Traqueal em «Bainha de Sabre»#141
Alterações traqueais

#141 · Compressão Traqueal em «Bainha de Sabre»

Traqueia em “bainha de sabre”. Notável redução de seu diâmetro transverso, devido à compressão exercida por adenomegalias paratraqueais dos grupos 2 e 4. A mucosa encontra-se espessada por edema regular.

Distorção da Luz Traqueal#140
Alterações traqueais

#140 · Distorção da Luz Traqueal

Severa distorção da traqueia pré-carinal por compressão que eleva as pregas e deforma a entrada dos brônquios principais. A carina, embora muito assimétrica, mantém-se fina.

Protrusão Submucosa#139
Alterações traqueais

#139 · Protrusão Submucosa

Sobre a compressão da parede posterior assoma uma protrusão ainda submucosa e lisa. Ao fundo da imagem, adivinha-se o grande alargamento da carina traqueal.

Compressão Traqueal Posterior#138
Alterações traqueais

#138 · Compressão Traqueal Posterior

Escassa luz em “meia-lua”, por firme compressão sobre a parede posterior traqueal.

Compressão Traqueal Posterior#137
Alterações traqueais

#137 · Compressão Traqueal Posterior

Severa compressão sobre a parede posterior traqueal que a adianta em direção à luz. Edema geral e regular da mucosa.

Compressão Traqueal Lateral#136
Alterações traqueais

#136 · Compressão Traqueal Lateral

Ligeira compressão lateral e pregas que se curvam e acentuam como indício de afecção adjacente à parede traqueal posterior.

Necrose Actínica#135
Alterações traqueais

#135 · Necrose Actínica

Necrose actínica: a traqueia apresenta uma redução de seus diâmetros transversos como consequência da necrose aguda de sua mucosa, que permitiu o desprendimento dos anéis traqueais em suas extremidades. O órgão desordena-se na inspiração, estreitando sua membrana mucosa posterior e aprofundando os espaços intercartilaginosos.

Compressão Traqueal#134
Alterações traqueais

#134 · Compressão Traqueal

Redução da luz traqueal de causa combinada. Visível compressão posterolateral direita e lesão intramural na parede oposta que começa a protruir em direção à luz.

Granuloma#133
Alterações traqueais

#133 · Granuloma

Volumoso e solitário, um granuloma pálido e de superfície lisa observa a traqueia desde sua inserção na borda do ostoma. Centro de saúde, Montevidéu, Uruguai.

Compressão Traqueal Posterior#132
Alterações traqueais

#132 · Compressão Traqueal Posterior

Compressão algo lobulada sobre a membrana mucosa da parede posterior da traqueia extratorácica.

Carina Alargada#131
Alterações traqueais

#131 · Carina Alargada

Carina traqueal alargada e fixa. A entrada dos brônquios fonte é assimétrica por redução desigual de seus diâmetros, devido a compressão e edema regular.

Tumor Endotraqueal#130
Alterações traqueais

#130 · Tumor Endotraqueal

Compressão lateral esquerda sobre a traqueia que só se aprecia pela assimetria no nascimento dos brônquios fonte, em direção aos quais assoma uma formação que emerge da parede lateral direita da traqueia e suboclui a entrada do brônquio principal do mesmo lado. Observe o abaulamento da membrana mucosa posterior ao ingressar em direção ao fonte esquerdo.

Compressão Traqueal em «Bainha de Sabre»#129
Alterações traqueais

#129 · Compressão Traqueal em «Bainha de Sabre»

Traqueia em “bainha de sabre”. Adequada analogia para esta compressão severa e prolongada da traqueia por um bócio endotorácico. Os relevos cartilaginosos perderam-se e o edema dá um aspecto regular a toda a mucosa. A parede posterior é agora um estreito e reto corredor que conduz à carina. Hospital Alejandro Posadas.

Atrofia da Mucosa#128
Irritação crônica da via aérea

#128 · Atrofia da Mucosa

Na bronquite crônica, a atrofia da mucosa confere-lhe um aspecto tenso e brilhante, com orifícios glandulares amplos e relevos afiados nos esporões e cartilagens.

Mácula Antracótica#127
Irritação crônica da via aérea

#127 · Mácula Antracótica

Múltiplas depressões da mucosa brônquica no lobo superior direito, com máculas antracóticas nelas.

Glândulas Brônquicas#126
Irritação crônica da via aérea

#126 · Glândulas Brônquicas

Glândulas brônquicas dilatadas na entrada do brônquio fonte esquerdo, na união de sua parede lateral com a posterior ou membrana mucosa.

Irritação crônica da via aérea#125
Irritação crônica da via aérea

#125 · Irritação crônica da via aérea

Bronquite crônica. Deslocamento para a frente da parede posterior do brônquio fonte direito durante a inspiração. A profundidade das pregas longitudinais mantém-se e não desaparece como ocorre quando a parede é “esticada” por uma compressão extrínseca. Aqui a alteração é dinâmica e deve-se à flacidez da mucosa e das bandas elásticas.

Irritação crônica da via aérea#124
Irritação crônica da via aérea

#124 · Irritação crônica da via aérea

Bronquite crônica. Secreção filante de aspecto mucoso no brônquio fonte esquerdo.

Esporão Cartilaginoso#123
Irritação crônica da via aérea

#123 · Esporão Cartilaginoso

Sobre a parede lateral direita observam-se várias proeminências cartilaginosas que, em alguns casos, podem adquirir uma forma triangular ou de “esporão”. Sem valor patológico.

Traqueia Triangular#122
Irritação crônica da via aérea

#122 · Traqueia Triangular

Aspecto triangular da luz traqueal, deformação permanente devida a tosse crônica.

«Sinal do Buraco Negro»#121
Sinais Endoscópicos

#121 · «Sinal do Buraco Negro»

“Sinal do buraco negro”. O brônquio que aparece na hora 2 conduz a uma cavidade. A luz emitida pelo endoscópio não se refrata nem se reflete nas paredes, de modo que o brônquio é visto como um orifício escuro.

«Sinal do Buraco Negro»#120
Sinais Endoscópicos

#120 · «Sinal do Buraco Negro»

“Sinal do buraco negro”. O brônquio lobar inferior esquerdo não reflete a luz do endoscópio. Aparece com uma penumbra central, devido a que a luz se perde dentro de uma cavidade com a qual o brônquio se encontra comunicado.

«Sinal da Bolha»#119
Sinais Endoscópicos

#119 · «Sinal da Bolha»

“Sinal da bolha” positivo. Na hora 11: observam-se bolhas no segmentar lateral do lobo médio (RB4). Sem bolhas no medial (RB5), na hora 7 da fotografia: denunciam a obstrução distal deste brônquio. Indica que, no segmento RB5, o broncoscopista deve introduzir a pinça de biópsia para chegar ao tumor que o obstrui. O sinal da bolha foi descrito pelo Dr. Ricardo Isidoro no ano de 2005 e publicado muito tempo depois. Rev. amer. med. respiratoria vol.12 no.4 CABA out./dez. 2012

«Sinal da Bolha»#118
Sinais Endoscópicos

#118 · «Sinal da Bolha»

“Sinal da bolha positivo”. A falta de bolhas em um destes dois segmentos da língula, após instilar solução fisiológica, indica que se encontra ocluído distalmente.

«Sinal da Bolha»#117
Sinais Endoscópicos

#117 · «Sinal da Bolha»

“Sinal da bolha”. A falta de formação de bolhas em um brônquio segmentar durante a respiração e após a instilação de solução salina sugere que esse brônquio se encontra obstruído em seu trajeto distal.

Sinal de Bence#116
Sinais Endoscópicos

#116 · Sinal de Bence

Sinal de Bence. Bence A. E. Broncoscopia. Sus indicaciones. El día Med 1942; 25:634

Sinal do «Funil»#115
Sinais Endoscópicos

#115 · Sinal do «Funil»

Os sinais inflamatórios dominam a imagem, mas aqui a luz perdeu-se e as pregas longitudinais reúnem-se, dando a este lobar superior um aspecto de “funil”: “sinal de Bence”. Este sinal indireto, vinculado ao carcinoma broncogênico, foi descrito em Buenos Aires, no ano de 1942, pelo Dr. Álvaro Bence, responsável pelo serviço de broncoscopia do hospital Guillermo Rawson desde 1938 e discípulo de Haslinger em Viena e de Chevalier Jackson na Filadélfia. (Fiorino, A. Evolución histórica de la broncoscopia. Rev Arg de tuberculosis, enfermedades pulmonares y salud pública. 1987; 3:48)

Lesão Intramural#114
Semiologia Endoscópica

#114 · Lesão Intramural

Vista da traqueia com redução da luz por compressão lateral esquerda de sua parede, que contém uma lesão “intramural, endoluminal e infiltrante”.

Sinais de Processo Neoplásico#113
Semiologia Endoscópica

#113 · Sinais de Processo Neoplásico

Sinais “diretos e indiretos” de severo processo neoplásico que protrui em direção à luz traqueal desde sua parede posterior, na proximidade da bifurcação. Espessamento irregular e mamelonado de toda a mucosa que circunda uma luz traqueal assimétrica, cuja deformação aumenta ao ingressar nos brônquios principais. O fio carinal perdeu-se e seu alargamento é completo.

Secreções Retidas#112
Semiologia Endoscópica

#112 · Secreções Retidas

Secreções mucopurulentas. Em pacientes acamados ou com imobilidade brônquica pela atelectasia passiva que acompanha os derrames, as secreções podem encher os brônquios mais baixos, inundando-os. Podem ver-se as secreções “detidas” dentro de brônquios adinâmicos que, por declive, ali se acumulam.

Espessamento da Mucosa#111
Semiologia Endoscópica

#111 · Espessamento da Mucosa

Suave sobrelevação muito circunscrita na mucosa do brônquio intermédio, que não passa despercebida ao exame por sua notória mudança de coloração que contrasta com os vasos superficiais.

Lesão Intramural#110
Semiologia Endoscópica

#110 · Lesão Intramural

Lesão intramural que, em seu crescimento, avança em direção ao interior de uma traqueia com zonas de “luz triangular”, como costuma ocorrer em alguns casos de tosse crônica.

Lesão Intramural#109
Semiologia Endoscópica

#109 · Lesão Intramural

Outro caso de lesão intramural (na hora 10), próxima a um esporão de divisão anormalmente alargado.

Tumor Intramural#108
Semiologia Endoscópica

#108 · Tumor Intramural

Exemplo de lesão “intramural”. O tumor deforma a luz por ocupar a parede sem ainda destruir a mucosa. Biópsia positiva. Carcinoma indiferenciado.

Suboclusão Traqueal#107
Semiologia Endoscópica

#107 · Suboclusão Traqueal

Este carcinoma apresenta-se na traqueia com uma superfície muito lisa que fará suspeitar de um tumor carcinoide. Note-se a intensa vascularização da mucosa que, com uma disposição mais ou menos paralela, dirige-se ao tumor.

Oclusão de Segmentar Paracardíaco#106
Semiologia Endoscópica

#106 · Oclusão de Segmentar Paracardíaco

Vista parcial do lobar inferior direito, com os segmentares basais alinhados. Na hora 11 e ao longe observa-se o paracardíaco (RB7), ocluído por uma formação lisa e vascularizada.

Ilha Vascular#105
Semiologia Endoscópica

#105 · Ilha Vascular

Notável palidez desta parede brônquica que contrasta com os vasos superficiais que formam pequenas ilhas. Espessamento e rigidez conferidos por um adenocarcinoma que invadiu o mediastino.

Tumor de Superfície Necrótica#104
Semiologia Endoscópica

#104 · Tumor de Superfície Necrótica

Outra forma de apresentação do tumor endobrônquico que se repete: única formação esbranquiçada. Não é mais que tecido necrótico em superfície, pois resulta o ponto mais afastado de sua base de implantação vascularizada. As secreções o cobrem e podem dessecar-se devido ao transtorno no fluxo aéreo produzido pelo tumor.

Formação Vegetante Endobrônquica#103
Semiologia Endoscópica

#103 · Formação Vegetante Endobrônquica

Formação tumoral vegetante que oclui o lobar superior direito, que também mostra notório alargamento de seu esporão. A lesão aparece com sangue recém-emitido devido unicamente à tosse ocorrida durante a exploração endoscópica. Uma anestesia local insuficiente desencadeará tosse durante o exame, e o sangramento espontâneo dificultará a visão e a precisão durante a biópsia.

Stop Vascular#102
Semiologia Endoscópica

#102 · Stop Vascular

Imagem em primeiro plano de um volumoso tumor que obstrui totalmente a luz brônquica. Observe-se a disposição particular da vasculatura na superfície. Alguns vasos interrompem seu trajeto intermitentemente. É outra expressão dos “stops vasculares” devido à infiltração tumoral de sua parede.

Oclusão Brônquica#101
Semiologia Endoscópica

#101 · Oclusão Brônquica

Aspecto macroscópico muito comum nos processos neoplásicos. A suboclusão do brônquio é constituída por tecido que se desenvolve na luz (centro da imagem) e, em sua parte superior, a proliferação ainda respeita a mucosa, ao menos em sua superfície. Os vasos encontram-se ingurgitados, com as típicas alterações de sua coloração.

Ilha Vascular#100
Semiologia Endoscópica

#100 · Ilha Vascular

Sobre este esporão brônquico alargado, observam-se os vasos ingurgitados que formam “ilhas” em seu tortuoso trajeto. Biópsia: adenocarcinoma. Hospital Alejandro Posadas.

Carcinoma Brônquico#099
Semiologia Endoscópica

#099 · Carcinoma Brônquico

Todos os sinais presentes: tecido vegetante, com áreas esbranquiçadas necróticas, mamelões, edema, alterações da vascularização e da coloração com zonas mais ou menos congestivas, neste carcinoma que oclui o brônquio intermédio.

Compressão Traqueal#098
Semiologia Endoscópica

#098 · Compressão Traqueal

Nesta compressão traqueal, a magnitude é tal que não resta luz no brônquio fonte direito e há uma grande redução em meia-lua no esquerdo. O stent em “Y” tem indicação para recuperar a luz e a ventilação ameaçada.

Compressão Traqueal#097
Semiologia Endoscópica

#097 · Compressão Traqueal

Severa compressão lateral esquerda que confere curvatura à traqueia, além da redução do diâmetro transverso.

Estenose Brônquica «Infundibuliforme»#096
Semiologia Endoscópica

#096 · Estenose Brônquica «Infundibuliforme»

“Estenose infundibuliforme”. Todos os planos das paredes brônquicas reúnem-se em um ponto no qual a luz brônquica já não existe.

Luz Brônquica em «Fenda»#095
Semiologia Endoscópica

#095 · Luz Brônquica em «Fenda»

“Luz em fenda”. Neste caso a compressão bilateral é bastante simétrica e produz um estreitamento linear da luz do brônquio. Na imagem, o segmento afetado é o superior da língula (LB4).

Luz Brônquica em «Meia-Lua»#094
Semiologia Endoscópica

#094 · Luz Brônquica em «Meia-Lua»

“Luz em meia-lua”. Aspecto que adota a luz brônquica devido a compressão extrínseca desigual.

Edema Mamelonado#093
Semiologia Endoscópica

#093 · Edema Mamelonado

Rugosidade irregular nas paredes da traqueia, dominada pelo edema mamelonado, que falta na membrana mucosa que forma a parede posterior, com suas pregas profundas e perda de seu paralelismo habitual.

Carina Alargada e Fixa#092
Semiologia Endoscópica

#092 · Carina Alargada e Fixa

Carina notoriamente patológica. Muito alargada e seguramente “fixa”. Distorção das pregas, que se veem exageradamente marcadas. À esquerda, uma pequena protrusão submucosa assoma à entrada do brônquio fonte.

Tumor Brônquico#091
Semiologia Endoscópica

#091 · Tumor Brônquico

Doença neoplásica locorregional. Embora não haja lesão de crescimento endoluminal, a mucosa brônquica está decididamente afetada por edema irregular e visível espessamento. A rigidez e a diminuição da mobilidade são outros sinais que podem ser notados durante a endoscopia quando o brônquio se encontra “fixo” ao tumor que o rodeia.

Carcinoma Brônquico#090
Semiologia Endoscópica

#090 · Carcinoma Brônquico

À maneira de um rochedo solitário, este carcinoma assenta-se no centro do brônquio fonte direito, interrompendo o curso normal das pregas longitudinais.

Carina Alargada#089
Semiologia Endoscópica

#089 · Carina Alargada

Plena de semiologia, a repercussão neoplásica no interior da traqueia mostra deformação da luz na entrada dos brônquios principais, muito marcada no esquerdo. A carina está alargada, com uma protrusão submucosa. As pregas desviaram-se e a coloração superficial combina áreas pálidas com outras congestivas, nas quais os vasos repletos e tortuosos denunciam a dificuldade circulatória local.

Protrusão Submucosa#088
Semiologia Endoscópica

#088 · Protrusão Submucosa

Vista da entrada do brônquio fonte esquerdo. Além da pequena protrusão em sua parede lateral direita, um fino pontilhado de tamanho submiliar observa-se na mucosa da vertente carinal.

Semiologia Endoscópica#087
Semiologia Endoscópica

#087 · Semiologia Endoscópica

A luz brônquica está muito reduzida e deformada por edema irregular da mucosa, na qual aparecem vários mamelões em sua superfície.

Carina Alargada#086
Semiologia Endoscópica

#086 · Carina Alargada

Carina traqueal alargada às custas de ambas as vertentes. A biópsia pode revelar embolias neoplásicas dos linfáticos submucosos em 11% dos casos.

Pregas Acentuadas#085
Semiologia Endoscópica

#085 · Pregas Acentuadas

As pregas longitudinais conservam-se paralelas, mas muito acentuadas e algo “separadas” nesta atelectasia pulmonar por compressão extrínseca. Lembre-se de que, na traqueia, apenas as afecções malignas contíguas à sua parede posterior “acentuam e separam” suas pregas, ao passo que as compressões de causas não malignas produzem o abaulamento da parede e as pregas podem separar-se, mas não se acentuam nem “afundam” na mucosa, pois esta não se encontra infiltrada, e sim apenas empurrada em direção à luz traqueal.

Obstrução Brônquica#084
Semiologia Endoscópica

#084 · Obstrução Brônquica

Assimetria, estenose e desvio das pregas, que se encontram muito marcadas, são os achados nesta obstrução do fonte direito por uma afecção extrínseca contígua.

Carcinoma Brônquico#083
Semiologia Endoscópica

#083 · Carcinoma Brônquico

A irregularidade da mucosa, de superfície granular, caracteriza este desenvolvimento neoplásico na parede, quase no centro da imagem e próximo à entrada dos segmentares basais.

Semiologia Endoscópica#082
Semiologia Endoscópica

#082 · Semiologia Endoscópica

Secreção filiforme que cruza a luz brônquica como se assinalasse a área de edema irregular e mamelonado da mucosa na hora 7: carcinoma infiltrante da parede brônquica.

Carina em “Sela de Montar”#081
Semiologia Endoscópica

#081 · Carina em “Sela de Montar”

Carina com borda arredondada e vertentes alargadas que lhe conferem aspecto em “sela de montar”. A deformação produz-se após o aumento ganglionar regional de diferentes etiologias.

Carina Perdida#080
Semiologia Endoscópica

#080 · Carina Perdida

“Carina perdida”. Extensa compressão sobre o trajeto traqueal que produz o prolapso da parede posterior. Em direção à bifurcação, deforma a luz dos brônquios fonte, perdendo-se o direito. A carina fica escondida pela compressão.

Edema em “Paralelepípedo”#079
Semiologia Endoscópica

#079 · Edema em “Paralelepípedo”

“Edema em paralelepípedo”. Aspecto típico na zona esquerda da imagem, onde a mucosa, ainda que conserve sua coloração homogênea, apresenta-se como uma via irregular em sua superfície e lembra o calçamento de paralelepípedos. Conduz aqui para o segmentar anterior do lobar superior direito (RB3) e deve diferenciar-se do edema “regular”, que é liso e cuja biópsia não costuma esclarecer a origem. É comum encontrar células neoplásicas nas amostras de edema em paralelepípedo, pois sua etiologia, via de regra, é a infiltração da mucosa pelo carcinoma broncogênico.

Semiologia Endoscópica#078
Semiologia Endoscópica

#078 · Semiologia Endoscópica

Vista desde o brônquio intermédio. Distorção das pregas na entrada do lobar inferior, que se aprecia na hora 6 da imagem. Infiltração miliar submucosa, próximo ao segmentar paracardíaco. Habitual aspecto em “fenda” de seu orifício de entrada.

Carina Secundária Alargada#077
Semiologia Endoscópica

#077 · Carina Secundária Alargada

Alargamento da carina secundária esquerda: esporão de divisão alargado e rígido. Congestão local com um vaso sinuoso e ingurgitado na parte superior da imagem. Distorção das pregas que chegam ao lobar inferior e deformação de sua entrada. À esquerda, aprecia-se o orifício do brônquio lingular e, mais longe, o culminar.

Edema de Mucosa#076
Semiologia Endoscópica

#076 · Edema de Mucosa

Intenso edema congestivo da mucosa que alarga os esporões de divisão e reduz a luz dos segmentares. Da mesma forma, as pregas longitudinais aprofundaram-se. Embora não exclusivo, o achado é comum nas afecções inflamatórias brônquicas agudas e subagudas e do parênquima pulmonar contíguo.

Paralelismo Brônquico#075
Semiologia Endoscópica

#075 · Paralelismo Brônquico

“Paralelismo brônquico”. Mais comum em idosos longilíneos do que no resto da população, no paralelismo os brônquios fonte “olham de frente” para o broncoscopista.

Stop Vascular#074
Semiologia Endoscópica

#074 · Stop Vascular

“Broncoscopia das alterações mínimas”: no centro da imagem, observam-se os vasos submucosos anormalmente ingurgitados. Podem apreciar-se alguns “stops” vasculares, usualmente presentes na infiltração precoce da parede brônquica.

Semiologia Endoscópica#073
Semiologia Endoscópica

#073 · Semiologia Endoscópica

“Broncoscopia das alterações mínimas”: ao longe, na parede posterior, uma pequena protrusão submucosa domina entre outras que se assomam à luz traqueal.

Protrusão Submiliar#072
Semiologia Endoscópica

#072 · Protrusão Submiliar

“Broncoscopia das alterações mínimas”: protrusões “submiliares” com pregas acentuadas da mucosa e esporão de divisão alargado na entrada dos segmentares basais.

Rugosidade da Mucosa#071
Semiologia Endoscópica

#071 · Rugosidade da Mucosa

“Broncoscopia das alterações mínimas”: rugosidade da mucosa com vasos túrgidos na proximidade de um esporão dos segmentares basais.

Carcinoma In Situ#070
Semiologia Endoscópica

#070 · Carcinoma In Situ

“Broncoscopia das alterações mínimas”: entrada do lobar inferior direito. Uma área circular de mucosa pálida observa-se abaixo do esporão do lobar médio, na hora 11. Uma biópsia será necessária para investigar carcinoma in situ.

Lobo Superior Direito#069
Semiologia Endoscópica

#069 · Lobo Superior Direito

Na hora 11, apenas um leve abaulamento da parede do segmentar apical do lobo superior (RB1) é a única manifestação endoluminal de um nódulo pulmonar contíguo.

Malformações#068
Malformações

#068 · Malformações

Invaginação da mucosa entre o nascimento de dois brônquios.

Brônquio Lobar Inferior Direito#067
Malformações

#067 · Brônquio Lobar Inferior Direito

Anomalia de distribuição: na hora 3 aparecem dois brônquios segmentares. O mais externo da imagem é o apical do lobo inferior direito (RB6) e abaixo dele existe um acessório subapical.

Brônquio Lobar Superior Direito#066
Malformações

#066 · Brônquio Lobar Superior Direito

Distribuição em “estrela” para os segmentos do lobo superior direito, que se apresentam como cinco brônquios.

Brônquio Traqueal Esquerdo#065
Malformações

#065 · Brônquio Traqueal Esquerdo

Brônquio traqueal esquerdo: variante muito infrequente de ventilação do segmento apicoposterior (LB1+2) do lobo superior esquerdo, que agora o faz diretamente desde a traqueia.

Brônquio Traqueal#064
Malformações

#064 · Brônquio Traqueal

Anomalia de distribuição: brônquio traqueal. É a anomalia congênita mais comum da árvore traqueobrônquica. Neste caso falta o lobar superior direito como ramo do brônquio fonte, e também é denominado brônquio suíno, por ser esta a distribuição normal no porco.

Brônquio Traqueal#063
Malformações

#063 · Brônquio Traqueal

Anomalia de distribuição: brônquio traqueal. Um brônquio adicional nasce na parede lateral direita e dirige-se ao lobo superior homolateral. Dependendo de sua localização, o brônquio traqueal pode causar atelectasia exclusiva do lobo superior durante a intubação anestésica.

Síndrome de Klippel-Feil#062
Malformações

#062 · Síndrome de Klippel-Feil

Anomalia de distribuição: brônquio traqueal. Parte do lobo superior direito é ventilada graças a um brônquio que se deslocou durante a fase embrionária do desenvolvimento pulmonar, de modo que nasce diretamente da traqueia. Em ocasiões, este brônquio conduz apenas ao segmento apical do lobo superior direito e é, nesses casos, um brônquio “supranumerário”. Pode estar associado à fusão de vértebras cervicais (síndrome de Klippel-Feil).

Atrofia da Mucosa Brônquica#061
Árvore Brônquica

#061 · Atrofia da Mucosa Brônquica

Em ocasiões, a atrofia da mucosa é tão acentuada que permite explorar brônquios de 4ª e 5ª ordem.

Brônquios Basais Esquerdos#060
Árvore Brônquica

#060 · Brônquios Basais Esquerdos

Outra variante muito comum no lobar inferior esquerdo: sua divisão em dois pequenos troncos que contêm os três basais.

Brônquios Basais Esquerdos#059
Árvore Brônquica

#059 · Brônquios Basais Esquerdos

Habitual distribuição “em linha” dos três basais esquerdos: anterior (LB8) aqui na hora 12 e parcialmente oculto pela parede brônquica, medial (LB9) no centro e o segmentar posterior (LB10) abaixo.

Brônquio Lobar Superior Esquerdo#058
Árvore Brônquica

#058 · Brônquio Lobar Superior Esquerdo

Vista próxima na hora 3 da entrada do segmento apical do lobo superior esquerdo (LB6). Em sua posição natural, é o primeiro que aparece ao deixar para trás o brônquio lobar superior esquerdo.

Brônquio Lingular#057
Árvore Brônquica

#057 · Brônquio Lingular

Uma vista do brônquio lingular e suas divisões em superior (LB4) na hora 11 e, à sua direita, o inferior (LB5).

Brônquio Lobar Médio#056
Árvore Brônquica

#056 · Brônquio Lobar Médio

Da esquerda para a direita: segmentares medial (RB5) e lateral (RB4) do brônquio lobar médio. Divisão entre o segmentar anterior (LB3) na hora 3 e o apicoposterior (LB1+2) nas horas 8 e 10) do lobo superior esquerdo.

Lobo Superior Esquerdo#055
Árvore Brônquica

#055 · Lobo Superior Esquerdo

Entrada do lobo superior esquerdo. Ao fundo, à direita, o brônquio da língula e, à sua esquerda, na hora 10, o pequeno trajeto do brônquio culminar, até sua divisão — que aqui não se observa — em segmentar anterior (LB3) e apicoposterior (LB1+2).

Encruzilhada ou Carina Secundária Esquerda#054
Árvore Brônquica

#054 · Encruzilhada ou Carina Secundária Esquerda

Imagem da carina secundária que separa os lobares superior e inferior esquerdo. A zona também é denominada encruzilhada ou “carrefour”.

Brônquio Fonte Esquerdo#053
Árvore Brônquica

#053 · Brônquio Fonte Esquerdo

Vista do brônquio principal esquerdo, com seu ângulo de separação da linha média de cerca de 70° e seu comprimento normal de 20 a 55 milímetros.

Árvore Brônquica#052
Árvore Brônquica

#052 · Árvore Brônquica

Escova citológica prestes a ingressar em um brônquio segmentar para obter uma amostra celular por abrasão, para seu estudo.

Brônquio Lobar Inferior Direito#051
Árvore Brônquica

#051 · Brônquio Lobar Inferior Direito

Segmentares basais direitos: anterior (RB8) na hora 12, medial (RB9) no centro e o posterior (RB10) na hora 5.

Brônquio Lobar Inferior Direito#050
Árvore Brônquica

#050 · Brônquio Lobar Inferior Direito

Vista do lobar inferior direito. Em ordem de aparição: apical do inferior (RB6) na hora 3, paracardíaco (RB7) na hora 8 e no centro o tronco que se dirige aos três basais, anterior (RB8), médio (RB9) e posterior (RB10).

Brônquio Lobar Superior Direito#049
Árvore Brônquica

#049 · Brônquio Lobar Superior Direito

Entrada do lobo superior direito e seus três segmentares: anterior (RB3), apical (RB1) e posterior (RB2), nas horas 9-12 e 3 respectivamente.

Brônquio Lobar Médio#048
Árvore Brônquica

#048 · Brônquio Lobar Médio

Da esquerda para a direita: segmentares medial (RB5) e lateral (RB4) do brônquio lobar médio.

Brônquio Lobar Médio#047
Árvore Brônquica

#047 · Brônquio Lobar Médio

Entrada do lobar médio na hora 11. O tronco dos basais no centro com seu segmento RB6 ou apical na hora 4.

Brônquio Intermédio#046
Árvore Brônquica

#046 · Brônquio Intermédio

Brônquio intermédio. Existe unicamente no pulmão direito, com um diâmetro de 12 mm e comprimento de 20, conduz até o lobo médio, que se encontra na hora 9 desta imagem, e ao lobar inferior, mais ao fundo.

Secreções Diluídas#045
Árvore Brônquica

#045 · Secreções Diluídas

Aspecto fluido e translúcido que adquirem as secreções brônquicas durante o exame endoscópico ao diluir-se nas soluções instiladas durante o procedimento.

Brônquio Lobar Superior Direito#044
Árvore Brônquica

#044 · Brônquio Lobar Superior Direito

Vista desde o brônquio fonte direito: insinua-se na hora 4 a entrada do lobar superior e, ao fundo, o brônquio intermédio.

Carina Normal#0422
Árvore Brônquica

#042 · Carina Normal

A) A e B diferentes aspectos de carina normal; B) …nas quais seu fio e ângulo podem variar discretamente.

Traqueia Normal#041
Árvore Brônquica

#041 · Traqueia Normal

Traqueia normal e sua bifurcação na altura da 4ª ou 5ª vértebra dorsal.

Carina Traqueal Fina#040
Árvore Brônquica

#040 · Carina Traqueal Fina

Carina afiada com vertentes tão agudas que mal podem ser apreciadas ao nível da bifurcação traqueal. Veem-se claramente as bordas das cartilagens brônquicas devido a certa atrofia senil. Na parede posterior, as fibras elásticas formam as pregas longitudinais que, como trilhos que se bifurcam, conduzem aos brônquios fonte na primeira grande divisão da via aérea.

Traqueia Normal#039
Árvore Brônquica

#039 · Traqueia Normal

A traqueia estende-se à frente do esôfago desde a 6ª vértebra cervical até a 4ª ou 5ª dorsal, mede cerca de 12 cm de comprimento e possui entre 16 e 20 cartilagens.

Traqueia Normal#038
Árvore Brônquica

#038 · Traqueia Normal

Broncoscópio que ingressa na traqueia. Esplêndido órgão rígido e elástico ao mesmo tempo. Aprecia-se a fina rede vascular da mucosa e o relevo dos anéis entre os sulcos intercartilaginosos. Apenas se insinuam as pregas longitudinais da membrana mucosa posterior.

Traqueia Normal#037
Árvore Brônquica

#037 · Traqueia Normal

Imagens de traqueia normal. Pode-se notar, ao seguir o trajeto dos anéis, que alguns perdem o relevo como se se interrompessem. Sem valor patológico.

Moniliase Laríngea#036
Laringe

#036 · Moniliase Laríngea

Disposição granular difusa em toda a mucosa na coroa laríngea: a moniliase é mais frequente nos pacientes que fazem uso incorreto de esteroides inalados.

A Laringe#035
Laringe

#035 · A Laringe

Carcinoma in situ no terço posterior da corda vocal esquerda.

Surcus Vocalis#034
Laringe

#034 · Surcus Vocalis

Aspecto irregular e sem brilho da superfície cordal com depressão no terço anterior da corda vocal direita, compatível com surcus vocalis.

Sinéquia Anterior#033
Laringe

#033 · Sinéquia Anterior

Sinéquia médio-anterior que une as cordas e as fixa na linha média com perda da luz glótica.

A Laringe#032
Laringe

#032 · A Laringe

Carcinoma verrucoso da corda vocal direita.

Carcinoma Cordal#031
Laringe

#031 · Carcinoma Cordal

Carcinoma que se assenta na corda vocal direita e afeta a comissura anterior, mas a mobilidade é normal. (T1a). (Montevidéu, Uruguai).

A Laringe#030
Laringe

#030 · A Laringe

Granuloma de contato.

A Laringe#029
Laringe

#029 · A Laringe

Papiloma cordal bilateral.

A Laringe#028
Laringe

#028 · A Laringe

Paquidermia de contato.

Granuloma Cordal#027
Laringe

#027 · Granuloma Cordal

Pequeno granuloma no terço posterior da corda vocal esquerda como resultado do contato prolongado com uma sonda endotraqueal de ventilação.

A Laringe#026
Laringe

#026 · A Laringe

Cisto da banda ventricular, prolapsado para fora do ventrículo.

Cisto Cordal#025
Laringe

#025 · Cisto Cordal

A mucosa continua e avança sobre a superfície deste cisto na corda direita. Os cistos devem-se a retenção e produzem-se por oclusão da desembocadura das glândulas.

Nódulo Cordal#024
Laringe

#024 · Nódulo Cordal

Pequeno nódulo na união do terço anterior e o médio da corda vocal esquerda e seu oponente.

A Laringe#023
Laringe

#023 · A Laringe

Câncer papilar verrucoso da epiglote.

Papiloma#022
Laringe

#022 · Papiloma

Papiloma sobre a epiglote.

Epiglotite#021
Laringe

#021 · Epiglotite

Epiglotite. Note-se o intenso edema que arredonda a epiglote e forma um ângulo agudo em sua face faríngea, que lembra a epiglote em “ômega”.

Hematoma Cordal#020
Laringe

#020 · Hematoma Cordal

Volumoso hematoma cordal que oculta a comissura anterior e contrasta com a palidez geral da mucosa laríngea. O hematoma cordal costuma apresentar-se com disfonia súbita nos profissionais do canto.

Papiloma#019
Laringe

#019 · Papiloma

Embora a disposição mais habitual dos papilomas seja em “cacho”, neste caso apresenta-se com uma superfície mais ou menos lisa e ocupa o terço anterior da corda vocal esquerda.

Cisto Laríngeo#018
Laringe

#018 · Cisto Laríngeo

Volumoso cisto laríngeo na prega ariepiglótica. (Hospital de Pediatria Juan P. Garrahan).

A Laringe#017
Laringe

#017 · A Laringe

Pseudopólipo que se assenta na comissura e terço anterior da corda vocal direita.

A Laringe#016
Laringe

#016 · A Laringe

Distonia laríngea inspiratória em adução: infiltração de toxina botulínica na corda vocal direita.

Paralisia Cordal Esquerda#015
Laringe

#015 · Paralisia Cordal Esquerda

Assimetria da luz glótica por paralisia cordal esquerda.

Edema de Reinke#014
Laringe

#014 · Edema de Reinke

Edema de Reinke, gelatinoso e bicordal.

Edema de Reinke#013
Laringe

#013 · Edema de Reinke

Espessamento cordal gelatinoso e bilateral: edema de Reinke com seu aspecto característico.

Angioma Subglótico#012
Laringe

#012 · Angioma Subglótico

Angioma laríngeo subglótico. (Hospital de Pediatria Juan P. Garrahan).

Pólipo Telangiectásico#011
Laringe

#011 · Pólipo Telangiectásico

Pólipo telangiectásico.

Pólipo Cordal#010
Laringe

#010 · Pólipo Cordal

Pólipo gelatinoso típico.

Paralisia Cordal em Adução#009
Laringe

#009 · Paralisia Cordal em Adução

Paralisia cordal bilateral em adução. É a paralisia congênita mais frequente e em 50% dos casos associa-se a outras alterações neurológicas. Os 50% restantes são idiopáticos e revertem no primeiro ano de vida. (Hospital de Pediatria Juan P. Garrahan).

Espessamento Cordal#008
Laringe

#008 · Espessamento Cordal

Espessamento cordal bilateral que parece ocluir os ventrículos de Morgagni.

Varizes nas Cordas Vocais#007
Laringe

#007 · Varizes nas Cordas Vocais

Varizes nas cordas vocais.

Espessamento Cordal#006
Laringe

#006 · Espessamento Cordal

Espessamento cordal e edema. Aspecto rugoso da comissura posterior. Achado comum em pacientes com refluxo ácido gastroesofágico.

Laringe#005
Laringe

#005 · Laringe

Vista da laringe. O broncoscópio posicionou-se na linha média, elevando a borda livre da epiglote e mantém-se apoiado em sua face faríngea. As cordas vocais encontram-se em abdução. Através da fenda glótica visualiza-se o primeiro anel traqueal.

Cordas em Abdução#004
Laringe

#004 · Cordas em Abdução

Vista da coroa laríngea normal, com cordas em abdução.

Laringe#003
Laringe

#003 · Laringe

Laringe: podem observar-se claramente as pregas ariepiglóticas e as cordas vocais em adução. A borda da corda esquerda é irregular em seu terço médio.

Cordas Vocais#002
Laringe

#002 · Cordas Vocais

O broncoscópio ultrapassou a epiglote e os aritenoides, defrontando-se agora com as cordas vocais, aqui em posição paramediana. Terceiro reparo anatômico para a intubação. É o momento de iniciar o giro de 90º do broncoscópio para separar as cordas vocais com o bisel e permitir o ingresso suave à traqueia.

Borda da Epiglote#001
Laringe

#001 · Borda da Epiglote

Depois da úvula, a borda livre da epiglote é o segundo ponto de referência para um broncoscopista durante a intubação orotraqueal.

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Vídeos clínicos

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Implante de Stent Traqueal – Cuidados

Intubação do paciente para implante de stent traqueal. Principais reparos.

Conjunto Básico de Treinamento

Instrumental de treinamento para implante de stents

Estenose Traqueal por compressão tumoral

agradecemos ao Dr. Rodrigo Pacheco

Estenose traqueal dupla

agradecemos ao Dr. Rodrigo Pacheco

Estenose traqueal no terço distal, Stent Y

agradecemos ao Dr. Rodrigo Pacheco

Stent Y implantado

agradecemos ao Dr. Rodrigo Pacheco

Implante de Stent Traqueal

agradecemos ao Dr. Rodrigo Pacheco

Estenose Traqueal

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Estenose subglótica

agradecemos ao Dr. Rodrigo Pacheco

Stent Traqueal

agradecemos ao Dr. Rodrigo Pacheco

Stent em Estenose Traqueal

Implante de stent no brônquio-fonte direito

Stent no brônquio-fonte direito

Remoção de Stent colonizado por Pseudomonas

Estenose Traqueal

Stent colonizado

Stent Traqueo-carino-brônquico (Y)

Implante de Stent em Y

Técnica de implante de Stent traqueal

Ejetor de Stents

Tumor de superfície lisa e vascularizada

Broncoscópio Ejetor – Técnica de Implante de Stent

Carcinoma no Brônquio-fonte

Detecção de comunicação traqueoesofágica com Azul de Metileno

Linha de produtos

Stents em broncologia

Guia clínico dos stents de silicone biocompatível para a via aérea: indicações, modo de uso e cuidados de cada modelo. Escolha um modelo no menu lateral.

Generalidades

Os stents utilizados em broncologia incluem uma variedade de próteses para a via aérea destinadas a cobrir diferentes necessidades, incluindo situações especiais como as estenoses benignas e fenômenos compressivos ou oclusivos de diferente natureza.

Stents em broncologia

Indicações gerais

  • tumores traqueobrônquicos
  • obstruções brônquicas
  • fístula traqueoesofágica
  • fístula broncopleural
  • ruptura traqueal ou brônquica
  • após ressecção endoscópica
  • compressão extrínseca ou comprometimento da submucosa
  • estenose traqueal ou brônquica simples ou complexa: pós-intubação, pós-traumática, pós-infecciosa, pós-anastomose cirúrgica ou pós-inflamatória
  • traqueobroncomalácia
  • amiloidose
  • compressão dinâmica da via aérea
  • compressão por aneurisma de aorta
  • distorção traqueal por cifoescoliose
  • obstrução traqueal por stent esofágico ou em combinação com stent esofágico
  • neoplasias que invadem a carina traqueal ou suas vertentes
  • atelectasia iminente
  • invasão do brônquio-fonte por carcinoma de esôfago
  • falha de sutura no coto brônquico
  • tratamento brônquico oclusivo de diversas etiologias

Recomendações

  • Escolha uma prótese que exceda em comprimento 5 mm a 7 mm no sentido distal e outro tanto no proximal à extensão da área afetada.
  • As próteses de maior diâmetro proporcionam uma luz ampla para a ventilação, mas a frequência de aparecimento de granulomas por contato nas extremidades também será maior. Os granulomas são menos comuns quando as extremidades do stent ficam flutuando na via aérea.
  • Após ser ejetada, em algumas ocasiões pode não se expandir completamente de imediato, dependendo do grau de compressão extrínseca e do edema local, mas a expansão total se completará entre 24 e 72 horas, de modo espontâneo.
  • Embora os stents de silicone sejam muito resistentes à ação do laser e da alça de eletrocautério, deve-se evitar sua ação direta sobre a prótese. Deve ser mantida protegida da luz do dia ou de tubos fluorescentes para conservar seu aspecto translúcido.
  • Os pacientes com próteses traqueais não deverão ser submetidos a intubação orotraqueal pré-anestésica da forma habitual, e o especialista deverá ser consultado quando se considerar imperiosa a intubação orotraqueal.
  • Deve-se entregar ao paciente um documento que explique sua situação.
  • Não se recomenda a reutilização dos stents.
  • Se necessário, podem ser indicadas nebulizações com solução salina várias vezes ao dia, reduzindo sua frequência à medida que diminui o risco de incrustação de secreções.

Stent traqueobrônquico

O Stent Traqueobrônquico é o stent clássico reto para as afecções traqueais e/ou brônquicas.

Possui uma estrutura tubular com âncoras de fixação distribuídas em sua superfície externa.

Stents traqueobrônquicos

Indicações

  • Neoplasia brônquica ou traqueal primária ou secundária
  • Neoplasias que invadem a carina traqueal ou suas vertentes
  • Fístula traqueoesofágica
  • Ruptura traqueal
  • Após fotorressecção a laser, crioterapia ou eletrocautério, para manter a abertura da via aérea
  • Compressão extrínseca ou comprometimento da submucosa
  • Estenose pós-intubação
  • Estenose pós-traumática
  • Estenoses pós-infecciosas (tuberculose, histoplasmose com fibrose mediastinal, herpes-vírus, difteria)
  • Estenoses pós-inflamatórias: doença de Wegener
  • Estenose brônquica
  • Traqueomalácia focal: após traqueostomia ou radioterapia
  • Traqueomalácia difusa: idiopática, policondrite ou síndrome de Mounier-Kuhn
  • Tumores traqueais
  • Amiloidose
  • Compressão dinâmica excessiva da via aérea
  • Atelectasia iminente
  • Estenose após anastomose brônquica cirúrgica terminoterminal
  • Ruptura brônquica
  • Broncomalácia
  • Invasão dos brônquios-fonte por carcinoma de esôfago
  • Após ressecção endoscópica de metástases brônquicas

Miscelânea

  • Compressão extrínseca por aneurisma de aorta
  • Distorção traqueal por cifoescoliose
  • Obstrução traqueal por stent esofágico
  • Em combinação com stent esofágico
Stent traqueal
Stent brônquico

Modo de uso

Técnica de introdução:

O procedimento será realizado sob anestesia geral.

O implante deste tipo de prótese pode ser feito diretamente através do canal de trabalho do traqueoscópio ou broncoscópio, ou então utilizar um introdutor convencional para próteses de silicone.

O acesso à via aérea será feito com endoscópio rígido.

O comprimento e o diâmetro da área a ser coberta pelo stent devem ser adequadamente estabelecidos.

Um método simples para conhecer o comprimento da área comprometida consiste em marcar o traqueoscópio quando sua extremidade se encontra no fim da lesão e repetir a marcação após retirá-lo até o início da lesão. Deve-se estimar o diâmetro da traqueia ou brônquio por comparação com o diâmetro conhecido do endoscópio utilizado.

Modo de implante retrógrado:

  • Lubrificar o bocal do introdutor com gel de lidocaína, evitando que o lubrificante alcance os dedos do operador.
  • Dobrar o stent sobre seu eixo axial e introduzi-lo no introdutor de próteses através do bocal.
  • Retirar o bocal.
  • Ultrapassar a área lesionada com o tubo do traqueoscópio e posicionar sua extremidade distal ou bisel sobre a mucosa sã, excedendo cerca de 5 a 7 mm a zona afetada.
  • Colocar o introdutor dentro do traqueoscópio.
  • Pressionar o ejetor ao mesmo tempo em que se retira o traqueoscópio na mesma medida em que avança o êmbolo do ejetor. Ou seja: o êmbolo do carregador de stents é pressionado à medida que o endoscópio é extraído. A prótese ficará assim liberada. Se necessário, pode ser ajustada com uma pinça jacaré, sendo a manobra mais simples se o stent estiver mais "baixo" que a lesão.

Modo de implante anterógrado:

Repetem-se os passos 1, 2 e 3 do Modo de implante retrógrado.

Agora detenha o traqueoscópio que contém o introdutor e a prótese 5 mm antes da lesão a tratar.

Em seguida, pressione lentamente o êmbolo do ejetor. Desse modo a prótese será expelida em direção à traqueia afetada.

Alguns modelos de carregador de stents não se introduzem dentro do traqueoscópio, mas simplesmente se acoplam a ele por sua extremidade proximal, de onde se impulsiona o stent. Para isso, o endoscópio terá sido detido de forma proximal ou distal à lesão conforme explicado anteriormente, para empurrar a prótese com o êmbolo fornecido com o instrumental endoscópico. Assim o stent percorrerá todo o interior do traqueoscópio até alcançar a traqueia. Nesse ponto se perceberá uma súbita redução da resistência na pressão exercida sobre o êmbolo, indicando que o stent começou a abandonar o interior do endoscópio.

Correção da posição do stent:

O stent pode requerer manobras adicionais a fim de corrigir ou ajustar sua posição final.

É preferível corrigir um stent que tenha sido instalado além da posição desejada do que o contrário, pois é altamente inconveniente fazer avançar uma prótese que tenha sido liberada "antes" da zona afetada. Para movimentar um stent no sentido proximal, pode-se segurá-lo pela borda e tracionar suavemente. Recomendamos fortemente, por ser precisa, uma manobra que consiste em segurar o stent pela borda como mencionado. Em seguida, avançar com a óptica de visão direta por dentro do stent até visualizar sua extremidade final. Agora tracione a pinça e poderá ver como o stent ascende pela via aérea.

Detenha então a tração quando julgar que a posição é ótima.

Técnica de extração:

Será feita a intubação com traqueoscópio ou broncoscópio rígido conforme o caso.

De simples extração, o stent de silicone deve ser segurado pela borda com uma pinça do tipo dentes de jacaré, com firmeza suficiente. Girar a pinça cerca de 360° a fim de que o stent se dobre, assumindo a forma de ômega e perdendo assim sua resistência radial à compressão. Em seguida, tracionar a pinça extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.

Pode-se introduzir a extremidade proximal do stent dentro do traqueoscópio. Com essa manobra protegem-se as cordas vocais durante a extração.

Outros métodos de implante e remoção também são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.

Cuidados:

Quando se notar aumento das secreções, efetuar nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna.

Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal.

Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".

Stent em Y

Prótese flexível traqueo-carino-brônquica para o suporte da bifurcação traqueal e do ângulo carinal, capaz de manter a ventilação através dos brônquios principais em afecções obstrutivas muito avançadas.

Indicações

  • Neoplasias traqueais
  • Neoplasia traqueobrônquica extensa, com ou sem comprometimento da carina e/ou de suas vertentes
  • Neoplasias que afetam ambos os brônquios-fonte
  • Carcinoma de esôfago com invasão da via aérea
  • Fístula traqueoesofágica ou traqueocutânea
  • Após fotorressecção a laser, crioterapia ou eletrocautério, para manter a abertura da via aérea
  • Compressão extrínseca ou comprometimento da submucosa
  • Estenose traqueal
  • Estenose traqueobrônquica
  • Traqueobroncomalácia
  • Amiloidose
  • Compressão dinâmica excessiva da via aérea

Miscelânea:

Por seu comprimento e desenho, admite outros usos conforme o critério médico.

O Stent em "Y" foi utilizado com sucesso em pacientes traqueostomizados e em assistência respiratória mecânica, em combinação com uma cânula de traqueostomia, para permitir a ventilação de pacientes graves quando outros métodos não são possíveis.

Modo de uso

Implante:

O procedimento será realizado sob anestesia geral. O implante deste tipo de prótese deve ser efetuado por pessoal experiente. O stent pode ser montado sobre uma pinça especial para implante de próteses em "Y".

Lubrificar a extremidade da pinça com gel de lidocaína. Introduzir a pinça dentro do stent de modo que suas valvas penetrem no interior dos ramos brônquicos da prótese (fotografia na página oposta). Ventilar o paciente com oxigênio até alcançar a maior saturação possível. Procede-se então à sua extubação, retirando o traqueoscópio da via aérea. Imediatamente, e com a ajuda de um laringoscópio, guia-se a pinça que monta o stent em direção à traqueia. Ao fechar as valvas da pinça, os ramos brônquicos do stent se reúnem e, nessa posição, ele passa entre as cordas vocais em direção à traqueia. A manobra continua deslocando o conjunto pinça-stent dentro da traqueia até aproximar-se da carina. Quando a extremidade do conjunto pinça-stent estiver próxima da carina traqueal, devem-se abrir suavemente as valvas da pinça para poder perceber a chegada da prótese à bifurcação traqueal.

Nesse momento abrem-se completamente as valvas para que os ramos brônquicos do stent se introduzam dentro dos brônquios-fonte. Em seguida pressiona-se o botão da pinça para manter o stent contra o fio carinal ao mesmo tempo em que se retira a pinça, deixando o stent no interior da traqueia. A manobra completa deve ser rápida, já que se efetua com o paciente extubado e em apneia. Recomendamos utilizar a óptica de visão direta para assegurar que o stent transponha as cordas vocais e não seja acidentalmente conduzido ao esôfago. Para isso, a óptica deve acompanhar a pinça de forma paralela durante a manobra, permitindo ver e comprovar que o stent ingressa através da glote. Essa opção só é possível com a ajuda de um segundo operador que mantém em posição adequada o laringoscópio de intubação, enquanto o broncoscopista ocupa sua mão dominante com a pinça de inserção do stent e com a outra sustenta a óptica.

Outras técnicas de implante são possíveis, como a introdução da prótese dobrada dentro de um broncoscópio de calibre suficiente, para depois empurrá-la por seu interior com uma pinça jacaré ou um broncoscópio de menor diâmetro, no momento em que se encontre próxima da carina traqueal.

A manobra de implante pode ser completada acomodando a prótese com uma pinça.

Remoção:

Será feita a intubação com traqueoscópio.

A extração é mais simples. O stent deve ser segurado por sua borda proximal com uma pinça forte para retirá-lo suavemente tracionando-a e extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.

Cuidados:

Apesar de seu grande tamanho, os stents em "Y" são bem tolerados.

No entanto, seu maior comprimento aumenta a dificuldade para eliminar secreções, sobretudo quando a tosse não é efetiva.

É aconselhável realizar nebulizações frequentes e contar com a assistência diária de um fisioterapeuta quando se notar um aumento da secreção brônquica.

O aparecimento de tosse excessiva pode sugerir um contato indesejado da extremidade de um ou ambos os ramos brônquicos do stent com a mucosa brônquica inflamada.

Se o sintoma persistir ou se tornar incoercível apesar do tratamento anti-inflamatório, pode ser necessário retirar o stent e encurtar o comprimento do ramo brônquico antes de reimplantá-lo.

Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal.

Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.

"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".

Stent em Y Oclusivo

Prótese flexível traqueo-carino-brônquica para o suporte da bifurcação traqueal e do ângulo carinal, capaz de manter a ventilação através de um dos brônquios principais em afecções obstrutivas muito avançadas.

Possui um de seus ramos brônquicos completamente ocluído na proximidade de sua origem. Desse modo o stent cumpre uma função especial, permitindo a ventilação do pulmão sadio nos pacientes com fístula broncopleural pós-cirúrgica ou de outras etiologias e que requerem assistência respiratória mecânica.

Assim, o ramo ocluído do stent impede a perda do fluxo aéreo através da ampla comunicação com a cavidade pleural.

Indicações

  • Fístula broncopleural direita ou esquerda, de qualquer etiologia, com ou sem necessidade de assistência respiratória mecânica
  • Fístula broncopleural acompanhada de empiema em pacientes com drenagem por tubo e Bülau

Modo de uso

A seguir descrevem-se as manobras necessárias para o implante do Stent em "Y" padrão, embora não seja imprescindível o uso da pinça especial de introdução de stents em "Y", uma vez que este dispositivo possui apenas um ramo brônquico. O implante será realizado então introduzindo o stent no interior de um traqueoscópio, para depois intubar a via aérea com o conjunto. Ao carregar o stent dentro do endoscópio, deve-se orientar o ramo brônquico no sentido que lhe permita ocupar na via aérea o brônquio-fonte ou coto afetado.

Uma vez intubado o paciente, avançar dentro da traqueia até aproximar-se da carina. Em seguida, o stent será empurrado com uma pinça a fim de obrigá-lo a abandonar o traqueoscópio e ficar alojado na traqueia. Pode-se ajustar a posição final com a mesma pinça, de modo que o único ramo brônquico do stent fique alojado dentro do brônquio-fonte escolhido.

Implante de Stent "Y":

O procedimento será realizado sob anestesia geral. O implante deste tipo de prótese deve ser efetuado por pessoal experiente. O stent pode ser montado sobre uma pinça especial para implante de próteses em "Y".

Lubrificar a extremidade da pinça com gel de lidocaína. Introduzir a pinça dentro do stent de modo que suas valvas penetrem no interior dos ramos brônquicos da prótese (fotografia na página oposta). Ventilar o paciente com oxigênio até alcançar a maior saturação possível. Procede-se então à sua extubação, retirando o traqueoscópio da via aérea. Imediatamente, e com a ajuda de um laringoscópio, guia-se a pinça que monta o stent em direção à traqueia. Ao fechar as valvas da pinça, os ramos brônquicos do stent se reúnem e, nessa posição, ele passa entre as cordas vocais em direção à traqueia. A manobra continua deslocando o conjunto pinça-stent dentro da traqueia até aproximar-se da carina. Quando a extremidade do conjunto pinça-stent estiver próxima da carina traqueal, devem-se abrir suavemente as valvas da pinça para poder perceber a chegada da prótese à bifurcação traqueal.

Nesse momento abrem-se completamente as valvas para que os ramos brônquicos do stent se introduzam dentro dos brônquios-fonte. Em seguida pressiona-se o botão da pinça para manter o stent contra o fio carinal ao mesmo tempo em que se retira a pinça, deixando o stent no interior da traqueia. A manobra completa deve ser rápida, já que se efetua com o paciente extubado e em apneia. Recomendamos utilizar a óptica de visão direta para assegurar que o stent transponha as cordas vocais e não seja acidentalmente conduzido ao esôfago. Para isso, a óptica deve acompanhar a pinça de forma paralela durante a manobra, permitindo ver e comprovar que o stent ingressa através da glote. Essa opção só é possível com a ajuda de um segundo operador que mantém em posição adequada o laringoscópio de intubação, enquanto o broncoscopista ocupa sua mão dominante com a pinça de inserção do stent e com a outra sustenta a óptica.

Outras técnicas de implante são possíveis, como a introdução da prótese dobrada dentro de um broncoscópio de calibre suficiente, para depois empurrá-la por seu interior com uma pinça jacaré ou um broncoscópio de menor diâmetro, no momento em que se encontre próxima da carina traqueal.

A manobra de implante pode ser completada acomodando a prótese com uma pinça.

Remoção:

Será feita a intubação com traqueoscópio.

A extração é mais simples. O stent deve ser segurado por sua borda proximal com uma pinça forte para retirá-lo suavemente tracionando-a e extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.

Cuidados:

A aplicação deste dispositivo pressupõe o estado crítico do paciente, geralmente em assistência respiratória em uma unidade de terapia intensiva, de modo que o cuidado do stent consiste em aspirações frequentes e fluxo aéreo umidificado, com o propósito de reduzir a produção e o acúmulo de secreções, um cuidado habitualmente proporcionado nessas unidades de internação.

"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".

Stent Estenose Traqueal

Stent traqueal de simples inserção e remoção. Especialmente destinado ao tratamento da estenose benigna.

Com um diâmetro de 14 mm, 15 mm ou 16 mm nas extremidades e 12 mm, 13 mm ou 14 mm respectivamente na porção central, constitui um perfil que torna mais difícil seu deslocamento espontâneo após ser implantado.

Indicações

  • Estenose traqueal simples
  • Estenose traqueal complexa, extensa
  • Estenose combinada com malácia ou compressão
  • Após fotorressecção a laser, crioterapia ou eletrocautério, para manter a abertura da via aérea
  • Estenoses pós-infecciosas (tuberculose, histoplasmose com fibrose mediastinal, herpes-vírus, difteria)
  • Estenose após anastomose traqueal cirúrgica
  • Modificações da arquitetura, deformação, angulação (traqueia senil)
  • Compressão extrínseca

Modo de uso

Técnica de introdução:

O procedimento será realizado sob anestesia geral.

O implante deste tipo de prótese pode ser feito diretamente através do canal de trabalho do traqueoscópio ou broncoscópio, ou então utilizar um introdutor convencional para próteses de silicone.

O acesso à via aérea será feito com endoscópio rígido.

O comprimento e o diâmetro da área a ser coberta pelo stent devem ser adequadamente estabelecidos.

Um método simples para conhecer o comprimento da área comprometida consiste em marcar o traqueoscópio quando sua extremidade se encontra no fim da lesão e repetir a marcação após retirá-lo até o início da lesão. Deve-se estimar o diâmetro da traqueia ou brônquio por comparação com o diâmetro conhecido do endoscópio utilizado.

Modo de implante retrógrado:

  • Lubrificar o bocal do introdutor com gel de lidocaína, evitando que o lubrificante alcance os dedos do operador.
  • Dobrar o stent sobre seu eixo axial e introduzi-lo no introdutor de próteses através do bocal.
  • Retirar o bocal.
  • Ultrapassar a área lesionada com o tubo do traqueoscópio e posicionar sua extremidade distal ou bisel sobre a mucosa sã, excedendo cerca de 5 a 7 mm a zona afetada.
  • Colocar o introdutor dentro do traqueoscópio.
  • Pressionar o ejetor ao mesmo tempo em que se retira o traqueoscópio na mesma medida em que avança o êmbolo do ejetor. Ou seja: o êmbolo do carregador de stents é pressionado à medida que o endoscópio é extraído. A prótese ficará assim liberada. Se necessário, pode ser ajustada com uma pinça jacaré, sendo a manobra mais simples se o stent estiver mais "baixo" que a lesão.

Modo de implante anterógrado:

Repetem-se os passos 1, 2 e 3 do Modo de implante retrógrado.

Agora detenha o traqueoscópio que contém o introdutor e a prótese 5 mm antes da lesão a tratar.

Em seguida, pressione lentamente o êmbolo do ejetor. Desse modo a prótese será expelida em direção à traqueia afetada.

Alguns modelos de carregador de stents não se introduzem dentro do traqueoscópio, mas simplesmente se acoplam a ele por sua extremidade proximal, de onde se impulsiona o stent. Para isso, o endoscópio terá sido detido de forma proximal ou distal à lesão conforme explicado anteriormente, para empurrar a prótese com o êmbolo fornecido com o instrumental endoscópico. Assim o stent percorrerá todo o interior do traqueoscópio até alcançar a traqueia. Nesse ponto se perceberá uma súbita redução da resistência na pressão exercida sobre o êmbolo, indicando que o stent começou a abandonar o interior do endoscópio.

Correção da posição do stent:

O stent pode requerer manobras adicionais a fim de corrigir ou ajustar sua posição final.

É preferível corrigir um stent que tenha sido instalado além da posição desejada do que o contrário, pois é altamente inconveniente fazer avançar uma prótese que tenha sido liberada "antes" da zona afetada. Para movimentar um stent no sentido proximal, pode-se segurá-lo pela borda e tracionar suavemente. Recomendamos fortemente, por ser precisa, uma manobra que consiste em segurar o stent pela borda como mencionado. Em seguida, avançar com a óptica de visão direta por dentro do stent até visualizar sua extremidade final. Agora tracione a pinça e poderá ver como o stent ascende pela via aérea.

Detenha então a tração quando julgar que a posição é ótima.

Técnica de extração:

Será feita a intubação com traqueoscópio ou broncoscópio rígido conforme o caso.

De simples extração, o stent de silicone deve ser segurado pela borda com uma pinça do tipo dentes de jacaré, com firmeza suficiente. Girar a pinça cerca de 360° a fim de que o stent se dobre, assumindo a forma de ômega e perdendo assim sua resistência radial à compressão. Em seguida, tracionar a pinça extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.

Pode-se introduzir a extremidade proximal do stent dentro do traqueoscópio. Com essa manobra protegem-se as cordas vocais durante a extração.

Outros métodos de implante e remoção também são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.

Cuidados:

Quando se notar aumento das secreções, efetuar nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna.

Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal.

Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".

Stent de Parede Fina

Consiste em um stent traqueal reto, com uma parede mais delgada. Essa docilidade do stent torna mais simples seu implante e remoção.
Tem especial utilidade após a ressecção de tecido neoplásico endotraqueal, quando a afecção careça de componente compressivo.

Características diferenciais:

  • Uma parede mais delgada na prótese traduz-se em um aumento da área do stent destinada à ventilação.
  • A relação entre a superfície que ocupa a parede e a luz disponível para a ventilação modifica-se favoravelmente.
  • Em sentido inverso, pode-se esperar uma menor resistência à compressão extrínseca e uma diminuição do ponto de cedência.
  • A diminuição da espessura da parede facilita a introdução no ejetor de próteses ou no broncoscópio, e as manobras de implante e remoção resultarão mais simples.

Indicações

  • Neoplasia primária ou secundária traqueal com baixo componente compressivo
  • Fístula traqueoesofágica
  • Ruptura traqueal
  • Após fotorressecção a laser, crioterapia ou eletrocautério, para manter a abertura da via aérea
  • Traqueomalácia

Modo de uso

Técnica de introdução:

O procedimento será realizado sob anestesia geral.

O implante deste tipo de prótese pode ser feito diretamente através do canal de trabalho do traqueoscópio ou broncoscópio, ou então utilizar um introdutor convencional para próteses de silicone.

O acesso à via aérea será feito com endoscópio rígido.

O comprimento e o diâmetro da área a ser coberta pelo stent devem ser adequadamente estabelecidos.

Um método simples para conhecer o comprimento da área comprometida consiste em marcar o traqueoscópio quando sua extremidade se encontra no fim da lesão e repetir a marcação após retirá-lo até o início da lesão. Deve-se estimar o diâmetro da traqueia ou brônquio por comparação com o diâmetro conhecido do endoscópio utilizado.

Modo de implante retrógrado:

  • Lubrificar o bocal do introdutor com gel de lidocaína, evitando que o lubrificante alcance os dedos do operador.
  • Dobrar o stent sobre seu eixo axial e introduzi-lo no introdutor de próteses através do bocal.
  • Retirar o bocal.
  • Ultrapassar a área lesionada com o tubo do traqueoscópio e posicionar sua extremidade distal ou bisel sobre a mucosa sã, excedendo cerca de 5 a 7 mm a zona afetada.
  • Colocar o introdutor dentro do traqueoscópio.
  • Pressionar o ejetor ao mesmo tempo em que se retira o traqueoscópio na mesma medida em que avança o êmbolo do ejetor. Ou seja: o êmbolo do carregador de stents é pressionado à medida que o endoscópio é extraído. A prótese ficará assim liberada. Se necessário, pode ser ajustada com uma pinça jacaré, sendo a manobra mais simples se o stent estiver mais "baixo" que a lesão.

Modo de implante anterógrado:

Repetem-se os passos 1, 2 e 3 do Modo de implante retrógrado.

Agora detenha o traqueoscópio que contém o introdutor e a prótese 5 mm antes da lesão a tratar.

Em seguida, pressione lentamente o êmbolo do ejetor. Desse modo a prótese será expelida em direção à traqueia afetada.

Alguns modelos de carregador de stents não se introduzem dentro do traqueoscópio, mas simplesmente se acoplam a ele por sua extremidade proximal, de onde se impulsiona o stent. Para isso, o endoscópio terá sido detido de forma proximal ou distal à lesão conforme explicado anteriormente, para empurrar a prótese com o êmbolo fornecido com o instrumental endoscópico. Assim o stent percorrerá todo o interior do traqueoscópio até alcançar a traqueia. Nesse ponto se perceberá uma súbita redução da resistência na pressão exercida sobre o êmbolo, indicando que o stent começou a abandonar o interior do endoscópio.

Correção da posição do stent:

O stent pode requerer manobras adicionais a fim de corrigir ou ajustar sua posição final. É preferível corrigir um stent que tenha sido instalado além da posição desejada do que o contrário, pois é altamente inconveniente fazer avançar uma prótese que tenha sido liberada "antes" da zona afetada. Para movimentar um stent no sentido proximal, pode-se segurá-lo pela borda e tracionar suavemente.

Recomendamos fortemente, por ser precisa, uma manobra que consiste em segurar o stent pela borda como mencionado. Em seguida, avançar com a óptica de visão direta por dentro do stent até visualizar sua extremidade final. Agora tracione a pinça e poderá ver como o stent ascende pela via aérea.

Detenha então a tração quando julgar que a posição é ótima.

Técnica de extração:

Será feita a intubação com traqueoscópio ou broncoscópio rígido conforme o caso. De simples extração, o stent de silicone deve ser segurado pela borda com uma pinça do tipo dentes de jacaré, com firmeza suficiente. Girar a pinça cerca de 360° a fim de que o stent se dobre, assumindo a forma de ômega e perdendo assim sua resistência radial à compressão. Em seguida, tracionar a pinça extraindo a prótese junto com o traqueoscópio. Pode-se introduzir a extremidade proximal do stent dentro do traqueoscópio. Com essa manobra protegem-se as cordas vocais durante a extração. Outros métodos de implante e remoção também são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.

Cuidados:

Quando se notar aumento das secreções, efetuar nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna.

Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal.

Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".

Stent de Alta Pressão

Com uma parede mais robusta, este modelo é muito resistente à compressão externa.

Ao submeter um Stent de Alta Pressão a uma força que o comprime com cargas que se intensificam progressivamente, ocorre uma deformação gradual do stent até que alcança o ponto de cedência, no qual a prótese sofre uma deformação maior, com redução notória de sua resistência radial ao esmagamento. Esse ponto de ruptura situa-se em torno de 900 g de carga por cm².

No Stent de Alta Pressão a tolerância à compressão se eleva, superando 2000 g por cm².

O aumento da espessura de sua parede acompanha-se de uma inevitável redução da área disponível para o fluxo aéreo.

Indicações

  • Neoplasias traqueais com firme compressão extrínseca
  • Compressão traqueal severa que recidiva após a dilatação
  • Em substituição a um stent clássico que colapsa por compressão extrínseca

Modo de uso

Técnica de introdução:

O procedimento será realizado sob anestesia geral.

O implante deste tipo de prótese pode ser feito diretamente através do canal de trabalho do traqueoscópio ou broncoscópio, ou então utilizar um introdutor convencional para próteses de silicone.

O acesso à via aérea será feito com endoscópio rígido.

O comprimento e o diâmetro da área a ser coberta pelo stent devem ser adequadamente estabelecidos.

Um método simples para conhecer o comprimento da área comprometida consiste em marcar o traqueoscópio quando sua extremidade se encontra no fim da lesão e repetir a marcação após retirá-lo até o início da lesão. Deve-se estimar o diâmetro da traqueia ou brônquio por comparação com o diâmetro conhecido do endoscópio utilizado.

Modo de implante retrógrado:

  • Lubrificar o bocal do introdutor com gel de lidocaína, evitando que o lubrificante alcance os dedos do operador.
  • Dobrar o stent sobre seu eixo axial e introduzi-lo no introdutor de próteses através do bocal.
  • Retirar o bocal.
  • Ultrapassar a área lesionada com o tubo do traqueoscópio e posicionar sua extremidade distal ou bisel sobre a mucosa sã, excedendo cerca de 5 a 7 mm a zona afetada.
  • Colocar o introdutor dentro do traqueoscópio.
  • Pressionar o ejetor ao mesmo tempo em que se retira o traqueoscópio na mesma medida em que avança o êmbolo do ejetor. Ou seja: o êmbolo do carregador de stents é pressionado à medida que o endoscópio é extraído. A prótese ficará assim liberada. Se necessário, pode ser ajustada com uma pinça jacaré, sendo a manobra mais simples se o stent estiver mais "baixo" que a lesão.

Modo de implante anterógrado:

Repetem-se os passos 1, 2 e 3 do Modo de implante retrógrado. Agora detenha o traqueoscópio que contém o introdutor e a prótese 5 mm antes da lesão a tratar.

Em seguida, pressione lentamente o êmbolo do ejetor. Desse modo a prótese será expelida em direção à traqueia afetada.

Alguns modelos de carregador de stents não se introduzem dentro do traqueoscópio, mas simplesmente se acoplam a ele por sua extremidade proximal, de onde se impulsiona o stent. Para isso, o endoscópio terá sido detido de forma proximal ou distal à lesão conforme explicado anteriormente, para empurrar a prótese com o êmbolo fornecido com o instrumental endoscópico. Assim o stent percorrerá todo o interior do traqueoscópio até alcançar a traqueia. Nesse ponto se perceberá uma súbita redução da resistência na pressão exercida sobre o êmbolo, indicando que o stent começou a abandonar o interior do endoscópio.

Correção da posição do stent:

O stent pode requerer manobras adicionais a fim de corrigir ou ajustar sua posição final.

É preferível corrigir um stent que tenha sido instalado além da posição desejada do que o contrário, pois é altamente inconveniente fazer avançar uma prótese que tenha sido liberada "antes" da zona afetada.

Para movimentar um stent no sentido proximal, pode-se segurá-lo pela borda e tracionar suavemente.

Recomendamos fortemente, por ser precisa, uma manobra que consiste em segurar o stent pela borda como mencionado. Em seguida, avançar com a óptica de visão direta por dentro do stent até visualizar sua extremidade final. Agora tracione a pinça e poderá ver como o stent ascende pela via aérea.

Detenha então a tração quando julgar que a posição é ótima.

Técnica de extração:

Será feita a intubação com traqueoscópio ou broncoscópio rígido conforme o caso.

De simples extração, o stent de silicone deve ser segurado pela borda com uma pinça do tipo dentes de jacaré, com firmeza suficiente. Girar a pinça cerca de 360° a fim de que o stent se dobre, assumindo a forma de ômega e perdendo assim sua resistência radial à compressão. Em seguida, tracionar a pinça extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.

Pode-se introduzir a extremidade proximal do stent dentro do traqueoscópio. Com essa manobra protegem-se as cordas vocais durante a extração.

Outros métodos de implante e remoção também são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.

Advertência:

Deverão ser observadas as indicações especiais para o uso de um stent de alta pressão. Os fenômenos compressivos traqueais severos obedecem a diferentes etiologias e podem acompanhar-se de síndrome da veia cava superior ou outros transtornos de dificuldade circulatória venosa intratorácica. Nesses casos, assim como na presença de síndrome mediastinal, deve-se considerar antecipar a aplicação de um stent vascular previamente ao implante de um stent traqueal. O stent de alta pressão deve ser utilizado por broncoscopistas experientes.

Embora sejam aplicáveis as considerações já expostas para o implante dos stents traqueais, deverão ser observadas as indicações especiais para o uso de um stent de alta pressão, já que a tolerância à compressão de um stent de alta pressão é pouco mais que o dobro da de um stent clássico. Portanto, a colocação da prótese no introdutor pode resultar trabalhosa. Recomenda-se então aplicá-la diretamente através do traqueoscópio. Salvo em compressões traqueais muito firmes, a expansão completa do stent ocorrerá em curto tempo.

A extração da prótese deve ser feita somente quando as causas do fenômeno compressivo tiverem desaparecido.

Proceda conforme a técnica de extração previamente descrita, mas assegure-se de utilizar uma pinça forte.

Cuidados:

Quando se notar aumento das secreções, efetuar nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna.

Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal.

Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.
"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".

Stent Subglótico

O Stent Subglótico apresenta em sua extremidade superior ou proximal um trecho de 8 mm no qual se reduz a espessura da parede. Nesse trajeto, sua parede normal de 1,5 mm diminui progressivamente até zero. Essa diminuição da espessura na parede consegue nessa extremidade uma área de baixa resistência no stent, e destina-se a ocupar a região subglótica, próximo às cordas vocais. O desenho facilita a deformação do stent durante os movimentos laríngeos e a dinâmica glótica na fonação e na deglutição. A fixação do stent na traqueia ficará a cargo das paredes restantes da prótese, de forma e espessura padrão.

Pode-se também preferir o uso do stent subglótico para outras localizações, como as traqueais médias ou baixas, ou ainda em brônquios-fonte, em substituição a um stent clássico. Como se compreenderá, quando se implante este stent em um brônquio-fonte, com sua extremidade "subglótica" no sentido proximal ou cefálico, a transição da mucosa brônquica ao interior do stent será muito suave, sem o ressalto que acompanha o stent clássico. Isso poderia contribuir para reduzir a turbulência do fluxo aéreo e a impactação de secreções.

Indicações

  • Estenose traqueal próxima à subglote
  • Todas as indicações dos stents traqueais e brônquicos

Modo de uso

Técnica de introdução:

O procedimento será realizado sob anestesia geral.

O implante deste tipo de prótese pode ser feito diretamente através do canal de trabalho do traqueoscópio ou broncoscópio, ou então utilizar um introdutor convencional para próteses de silicone.

O acesso à via aérea será feito com endoscópio rígido.

O comprimento e o diâmetro da área a ser coberta pelo stent devem ser adequadamente estabelecidos.

Um método simples para conhecer o comprimento da área comprometida consiste em marcar o traqueoscópio quando sua extremidade se encontra no fim da lesão e repetir a marcação após retirá-lo até o início da lesão. Deve-se estimar o diâmetro da traqueia ou brônquio por comparação com o diâmetro conhecido do endoscópio utilizado.

Modo de implante retrógrado:

  • Lubrificar o bocal do introdutor com gel de lidocaína, evitando que o lubrificante alcance os dedos do operador.
  • Dobrar o stent sobre seu eixo axial e introduzi-lo no introdutor de próteses através do bocal.
  • Retirar o bocal.
  • Ultrapassar a área lesionada com o tubo do traqueoscópio e posicionar sua extremidade distal ou bisel sobre a mucosa sã, excedendo cerca de 5 a 7 mm a zona afetada.
  • Colocar o introdutor dentro do traqueoscópio.
  • Pressionar o ejetor ao mesmo tempo em que se retira o traqueoscópio na mesma medida em que avança o êmbolo do ejetor. Ou seja: o êmbolo do carregador de stents é pressionado à medida que o endoscópio é extraído. A prótese ficará assim liberada. Se necessário, pode ser ajustada com uma pinça jacaré, sendo a manobra mais simples se o stent estiver mais "baixo" que a lesão.

Modo de implante anterógrado:

Repetem-se os passos 1, 2 e 3 do Modo de implante retrógrado. Agora detenha o traqueoscópio que contém o introdutor e a prótese 5 mm antes da lesão a tratar. Em seguida, pressione lentamente o êmbolo do ejetor. Desse modo a prótese será expelida em direção à traqueia afetada. Alguns modelos de carregador de stents não se introduzem dentro do traqueoscópio, mas simplesmente se acoplam a ele por sua extremidade proximal, de onde se impulsiona o stent. Para isso, o endoscópio terá sido detido de forma proximal ou distal à lesão conforme explicado anteriormente, para empurrar a prótese com o êmbolo fornecido com o instrumental endoscópico. Assim o stent percorrerá todo o interior do traqueoscópio até alcançar a traqueia. Nesse ponto se perceberá uma súbita redução da resistência na pressão exercida sobre o êmbolo, indicando que o stent começou a abandonar o interior do endoscópio.

Correção da posição do stent:

O stent pode requerer manobras adicionais a fim de corrigir ou ajustar sua posição final. É preferível corrigir um stent que tenha sido instalado além da posição desejada do que o contrário, pois é altamente inconveniente fazer avançar uma prótese que tenha sido liberada "antes" da zona afetada. Para movimentar um stent no sentido proximal, pode-se segurá-lo pela borda e tracionar suavemente. Recomendamos fortemente, por ser precisa, uma manobra que consiste em segurar o stent pela borda como mencionado. Em seguida, avançar com a óptica de visão direta por dentro do stent até visualizar sua extremidade final. Agora tracione a pinça e poderá ver como o stent ascende pela via aérea. Detenha então a tração quando julgar que a posição é ótima.

Técnica de extração:

Será feita a intubação com traqueoscópio ou broncoscópio rígido conforme o caso. De simples extração, o stent de silicone deve ser segurado pela borda com uma pinça do tipo dentes de jacaré, com firmeza suficiente. Girar a pinça cerca de 360° a fim de que o stent se dobre, assumindo a forma de ômega e perdendo assim sua resistência radial à compressão. Em seguida, tracionar a pinça extraindo a prótese junto com o traqueoscópio.

Pode-se introduzir a extremidade proximal do stent dentro do traqueoscópio. Com essa manobra protegem-se as cordas vocais durante a extração.

Outros métodos de implante e remoção também são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.

Considerações especiais:

Ao introduzir o stent no carregador, ou no traqueoscópio ou broncoscópio conforme o caso, deve-se ter a precaução de verificar que sua extremidade de paredes delgadas ou "subglótica" fique em posição proximal, ou cefálica. Esta é a única maneira de que, uma vez liberado dentro da via aérea, cumpra as funções que o tornam diferente. O comprimento e o diâmetro da estenose devem ser adequadamente determinados, para escolher assim um stent de medidas apropriadas. A distância final entre as cordas vocais e o stent deve ser igual ou maior a 2 mm. Tenha presente que as distâncias dentro da traqueia afetada são difíceis de estimar, uma vez que mudarão quando o paciente adquirir a posição ortostática. A recuperação do tônus muscular após a metabolização dos relaxantes utilizados durante o ato anestésico soma uma dificuldade adicional na determinação das distâncias dentro da via aérea. Lembre-se de que adicionalmente enfrentará as modificações de comprimento que podem ocorrer na traqueia após ser submetida a elongações e trações pelas manobras de dilatação com os instrumentos rígidos empregados. Embora algumas ou todas essas circunstâncias possam estar presentes em todos os procedimentos de recanalização traqueobrônquica e implante, adquirem crucial interesse nas afecções de localização subglótica, em razão da precisão necessária para que o stent fique a poucos milímetros das cordas vocais, exigindo as máximas habilidades e conhecimentos do broncoscopista.

Cuidados: quando se notar aumento das secreções, efetuar nebulizações frequentes com solução salina isotônica morna. Tratar as cáries dentárias e realizar uma cuidadosa higiene bucal. Controle endoscópico na frequência indicada pelo médico.

"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".

Linha de produtos

Traqueostomia e laringologia

Tubos e próteses de silicone para laringologia e traqueostomia: indicações, modo de uso e cuidados. Escolha um item no menu lateral.

Generalidades

A linha de tubos para laringologia e traqueostomia inclui uma variedade de próteses para a via aérea destinadas a cobrir diferentes necessidades, incluindo situações especiais como as estenoses benignas e fenômenos compressivos ou oclusivos de diferente natureza.

Laringologia - Traqueostomia

Indicações gerais

  • após reconstrução cirúrgica da laringe ou laringectomia parcial
  • estenose laríngea ou traqueal, laringotraqueal ou esofágica
  • estenose subglótica
  • carcinoma de esôfago
  • fístulas de diferentes etiologias
  • após ressecção traqueal e anastomose ou reconstrução traqueal
  • traumatismo de traqueia ou laringe
  • em substituição à cânula traqueal convencional
  • lesões traqueais distantes ou precarinais
  • traqueostomizados com pescoço curto
  • acesso secundário à via aérea
  • obstrução da via aérea superior
  • lesões das cartilagens tireoide ou cricoide, osso hioide ou grandes vasos
  • enfisema subcutâneo severo do pescoço
  • fraturas faciais e de mandíbula
  • controle de secreções excessivas do trato respiratório: redução da aspiração de secreções orais e gástricas
  • preparação para procedimentos invasivos de cabeça e pescoço
  • apneia do sono
  • traqueostomizados em reabilitação laríngea ou com fonação possível
  • para conservar o orifício de traqueostomia

Recomendações

Escolha uma prótese que exceda em comprimento 5 mm a 7 mm no sentido distal e outro tanto no proximal à extensão da área afetada.

As próteses de maior diâmetro proporcionam uma luz ampla para a ventilação, mas a frequência de aparecimento de granulomas por contato nas extremidades também será maior. Os granulomas são menos comuns quando as extremidades do stent ficam flutuando na via aérea.

Após ser ejetada, em algumas ocasiões pode não se expandir completamente de imediato, dependendo do grau de compressão extrínseca e do edema local, mas a expansão total se completará entre 24 e 72 horas, de modo espontâneo.

Embora as próteses de silicone sejam muito resistentes à ação do laser e da alça de eletrocautério, deve-se evitar sua ação direta sobre a prótese. Deve ser mantida protegida da luz do dia ou de tubos fluorescentes para conservar seu aspecto translúcido.

Os pacientes com próteses traqueais não deverão ser submetidos a intubação orotraqueal pré-anestésica da forma habitual, e o especialista deverá ser consultado quando se considerar imperiosa a intubação orotraqueal.

Deve-se entregar ao paciente um documento que explique sua situação.

Não se recomenda a reutilização deste tipo de dispositivos.

Se necessário, podem ser indicadas nebulizações com solução salina várias vezes ao dia, reduzindo sua frequência à medida que diminui o risco de incrustação de secreções.

Tubo Traqueal em “T”

O Tubo Traqueal em "T" permite manter um calibre adequado na via aérea. Pode atuar como suporte da parede traqueal no tratamento da estenose.

O ramo externo dos tubos traqueais "T" evita o deslocamento e permite a aspiração de secreções brônquicas.

Ao higienizá-lo, ambos os ramos internos devem ser aspirados. Pode-se utilizar um cateter fino conectado ao sistema de aspiração. Para guiar o cateter no sentido superior ou inferior dentro do Tubo Traqueal em "T", pode-se inclinar o ramo externo no sentido oposto ao que se vai aspirar.

A aspiração também pode ser efetuada com a ajuda de um broncoscópio flexível. Concluída a aspiração, o ramo externo deve permanecer fechado permanentemente, com a tampa fornecida para tal fim.

Desse modo será possível a inalação de ar com a umidade e a temperatura resultantes de sua passagem pela via aérea superior.

O Tubo Traqueal em "T" Longo possui um ramo distal de maior comprimento. Essa variante torna possível tratar afecções localizadas na porção intratorácica da traqueia.

Indicações

  • Estenose traqueal
  • Estenose subglótica
  • Estenose laringotraqueal
  • Após ressecção traqueal e anastomose terminoterminal
  • Reconstrução traqueal
  • Traumatismo de traqueia ou laringe
  • Substituição de cânula traqueal convencional
  • Lesões traqueais distantes, precarinais

Modo de uso

Inserção:

O procedimento é efetuado, geralmente, no mesmo centro cirúrgico e durante a anestesia geral preparada para o reparo traqueal, mas também pode ser efetuado sob anestesia local.

Serão necessárias duas pinças curvas e sistema de aspiração. O ramo inferior do tubo "T" deve ser dobrado em sua extremidade (fig. 1) para facilitar sua introdução através do ostoma traqueal.

A pinça curva manterá o tubo em posição dobrada (fig. 2). Em seguida será introduzido o conjunto na traqueia através do orifício de traqueostomia (fig. 3).

A segunda pinça assegurará o tubo em "T" por seu ramo externo, evitando assim um deslocamento indesejado (fig. 4). Movimentar o tubo em "T" até que o ramo superior deste ingresse na traqueia e se aloje em seu interior, ocupando a porção traqueal contígua às cordas vocais (fig. 5). Finalmente, deve-se aplicar o anel com a tampa no ramo externo do tubo em "T". Para isso, pode-se enfiar o anel na pinça, segurar com esta o ramo externo do tubo em "T" e deslizar o anel até que se encontre próximo à pele do pescoço, interpondo uma gaze entre a pele e o anel. Oclua o ramo externo com a tampa fornecida.

Método da fita:

Um recurso muito engenhoso e útil consiste em utilizar uma fita de cerca de 80 cm de comprimento, que pode ser improvisada com uma atadura estreita. Deve ser introduzida pela extremidade do ramo externo do tubo "T" e guiada em seu interior de modo que saia pelo ramo traqueal superior do tubo. Em seguida deve-se segurar essa extremidade da atadura e, com a ajuda de uma pinça, introduzi-la através do traqueostoma até que alcance o interior da traqueia. Uma segunda pinça longa é introduzida dentro do broncoscópio até alcançar e segurar a extremidade da fita que havia sido abandonada no interior da traqueia e, tracionando-a, a fita percorrerá então o interior do broncoscópio ou traqueoscópio até aparecer por sua extremidade proximal. Assim temos agora uma fita fina que entra pelo ramo externo do tubo em "T" e sai por nosso broncoscópio.

Como sempre ocorre, o ramo inferior do tubo em "T" sempre se aloja com facilidade na traqueia distal, mas o ramo superior pode ficar dobrado, ou encontrar dificuldade em ascender pela traqueia em direção à glote. Ao tensionar agora a fita que colocamos, segurando-a por suas extremidades, os ramos do tubo em "T" se alinharão facilmente seguindo sem alternativa a direção que a fita ocupa, acomodando o tubo de forma segura. Adicionalmente, o método da fita impede qualquer deslocamento acidental do tubo em "T" durante a manobra de implante.

Remoção:

O tubo traqueal em "T" pode ser extraído facilmente segurando-o por seu ramo externo e tracionando. Essa tração provoca a dobra de seus ramos internos, que se reunirão, abandonando assim a traqueia pelo ostoma, seguindo a direção da força que o puxa do exterior. A remoção pode ser efetuada por ter-se completado o tempo de tratamento ou então para efetuar uma troca do tubo em "T".

A extração mais delicada pode também ser realizada utilizando um laringoscópio reto ou um traqueoscópio que, introduzido na via aérea, permita visualizar a extremidade do tubo em "T". Segurar o tubo em "T" através do traqueoscópio, enquanto um auxiliar secciona com uma tesoura o ramo externo do tubo no ponto mais próximo à traqueia. A seguir, será extraído o tubo em "T" com a pinça através do canal do traqueoscópio.

Outras formas de inserção e remoção são possíveis dependendo da experiência e das preferências do operador.

Anestesia através do tubo em T:

A anestesia através do Tubo Traqueal em "T" é possível. Deve-se ocluir o ramo superior para evitar a perda de gases anestésicos. Isso pode ser conseguido inflando o balão de um cateter que, introduzido por via nasal, deve cruzar as cordas vocais e alojar-se dentro do ramo superior do Tubo Traqueal em "T". Dado que o Tubo Traqueal em "T" carece de balão inflável, a ventilação com pressão positiva pode causar uma variável perda do volume aéreo administrado, e dependerá do maior ou menor espaço existente entre a parede do tubo e a traqueia.

Cuidados pós-operatórios:

  • Efetuar lavagens e aspiração com frequência
  • Higienizar a pele ao redor do tubo várias vezes ao dia
  • Manter o ramo externo ocluído para permitir a inalação de ar úmido e morno pela via aérea superior e reduzir o volume de secreções
  • As instruções podem variar em cada caso e devem ser proporcionadas e ajustadas pelo médico responsável ao paciente e à sua família

Advertências:

Mantenha o ramo externo ocluído de forma permanente, com a tampa fornecida. Ante o aparecimento de estridor, respiração difícil ou qualquer outra anomalia, retire a tampa externa e consulte o especialista imediatamente.
"O produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".

Tubo Faríngeo

Os tubos faríngeos são elaborados com silicone flexível e resultam úteis em uma variedade de situações.

Sua extremidade apical amplia-se progressivamente; desse modo a borda anterior mantém contato com a base da língua, enquanto a posterior descansa sobre a parede faríngea.

Assim coleta a saliva na orofaringe, conduzindo-a ao esôfago, prevenindo a maceração dos tecidos e evitando a aspiração da saliva para a via aérea.

Através do Tubo Faríngeo pode-se introduzir uma sonda nasoenteral para alimentação.

Indicações

  • Fístulas secundárias a laringectomia, radioterapia, afecções neoplásicas e ingestão de cáusticos
  • Fístulas orocutâneas ou faringocutâneas, traumáticas
  • Cirurgia oncológica de cabeça e pescoço
  • Estenose esofágica
  • Carcinoma de esôfago

Modo de uso

A introdução do Tubo Faríngeo deve ser realizada sob anestesia geral. Pode ser cortado no comprimento que se estime apropriado para o caso.

Será utilizado um laringoscópio para ter acesso cômodo à laringe e visão adequada.

Com a ajuda de um hipofaringoscópio e uma pinça longa, segure o tubo por sua extremidade distal para conduzi-lo em direção ao esôfago, até que a cúpula proximal se encontre no nível laríngeo.

Pode ser necessária a dilatação esofágica prévia. Após sua introdução, pode-se fixá-lo com um ponto percutâneo.

Cuidados:

Controle médico periódico.

"Advertência: o produto não deve ser reutilizado, pois isso pode provocar contaminação cruzada".

Dúvidas sobre
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